Dia de sol e Mapeamento

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Pesquisa na beirinha da represa Billings

Pesquisa na beirinha da represa Billings

Cantinho do Céu


Sylvio Ayala (educador)

Manhã de sol, saída da equipe de educadores (Aprendiz / Viração) e grupo da Fundação Vanzolini marcada para 6:30 na sede do Aprendiz (Design), Kombi cheia com material para mapeamento, lanche do café da manhã e uns 14 tripulantes amontoados. Tênis e boné, garrafinha de água em punho, tropa cartográfica pronta para adentrar no Grajaú, mais precisamente no Cantinho do Céu (como enfatizam moradores de lá, diferenciando o Cantinho do resto do bairro). Lá pelas 7h partimos da Vila Madalena para percorrer o trajeto de aproximadamente 2h (com trânsito razoável), até o Grajaú. Destino: CEU Navegantes (Centro de Educação Unificada, aparelho educativo e cultural que apoia nosso projeto), ponto de partida para nossa cartografia local;

No Salão Multiuso (espaço amplo e adequado para receber as cerca de 80 pessoas que vieram) montamos o café às 9:20h, e colocamos uma música de fundo que logo foi abafada pela chegada do povo e pela fala destacada da coordenadora Marina, passando as linhas gerais do dia e a programação para o núcleo condutor ali presente. A turma Navegantes da Notícia foi chegando e se inteirando das atividades, pontuais e animados, assim como os membros da comunidade de diferentes setores: lideranças políticas, conselheiros tutelares, pais, comunicadores, ativistas, artistas dentre outros agentes sociais, rica gama de representantes da comunidade. Os integrantes do CEU Navegantes e a Coordenação Pedagógica da EMEF Jardim Eliana deram base moral, estrutural e pedagógica para o mapeamento, incluindo o auxílio presencial do corpo de professores. O grupo da Fundação Vanzolini trouxe o olhar dos representantes do meio acadêmico, os membros do terceiro setor (ONGs e OSCIPs) vieram pelo Aprendiz e Viração, responsáveis pela mediação. Crianças, jovens e adultos deram um contorno familiar ao grupão que formou-se para o passeio cartográfico no Cantinho do Céu. Comendo sanduíches e maçãs, preparando as etapas, localizando colaboradores, fomos nos conhecendo, confraternizando ao natural, criando campo para o que talvez seja o maior ganho, a convivência. No telão repassamos um panorama geral, do mapa maior e do painel organograma do mapeamento. Perto das 10h fizemos um enorme círculo no salão, onde a educadora Gisela puxou um rápido alongamento com exercícios de respiração, para relaxar e abrir os trabalhos oficialmente, ali mesmo cada um se apresentou enquanto fez um gesto próprio para o restante do grupo, uma espécie de saudação. Em seguida subdividimos o pessoal nos 5 grupos destacados (de cores distintas), com membros já selecionados e convocados: 2 líderes comunitários, 1 professor da EMEF, 1 representante do CEU, 1 educador Aprendiz/ Viração, 1 estudante da Vanzolini, e 4 a 5 adolescentes do grupo Navegantes da Notícia completando o grupo, ou subgrupo, numa nova composição;

Nesse momento de divisão e reconfiguração tivemos um certo vácuo e o pessoal dispersou, principalmente a gurizada, que não perde a chance de sair correndo, ainda que voltem rapidamente. Foi tudo corrido, mas significativo, um teste para a capacidade de articulação do pessoal, para os relacionamentos e tomadas de atitude. Tínhamos crachá, mas algo mais que indicação ou nomes é o que define os contornos de cada grupo novo que surge (e ali surgiu), sobretudo naquela miscelânea de gentes e origens. Muitos nem haviam se visto ainda, apesar dos anúncios, de repente, lá estavam. Nessas horas, creio que um fio invisível vai entrelaçando as partes, os corpos, as vontades, e conforme a estranheza se esvai, a cumplicidade na missão aparece, e com ela o espírito de grupo e até a amizade. Uns tiveram mais facilidade para organizar-se, outros levaram um belo tempo só pra reunir seu contingente, mas os 5 subgrupos acionaram seu cronômetro mental e lançaram-se na experiência. Na verdade é inevitável certo vazio ante o inesperado, e cada período de busca e significação foi assim naquele dia. Nos atrapalhamos um pouco, mas assim que chegamos na rua, tomamos um prumo. Ás 10:40 cada qual em seu respectivo grupo seguiu seu trajeto, pessoal e coletivo, territorial e afetivo. Marcamos o almoço para 13:30h, no retorno da primeira parte do programa: Circulação no Território, Captação dos Dados e Interlocução com os Moradores / Trabalhadores encontrados. Não só a região revelou aspectos novos (inclusive para seus velhos habitantes), como também aquele processo de mapeamento que se desenrolava gerou conhecimentos inéditos em sua práxis. Logo, é natural que não tivéssemos a certeza em cada passo, ao contrário, testamos nossas prospecções durante a caminhada, no caminho verificamos a trilha e suas verdades. Simplesmente porque é assim que se faz, só o trabalho de campo estabelece as reais temperaturas, e pode devolver o tão almejado parâmetro verdadeiro;

* Do planejamento/preparo prévio, já em mãos:

Canetas, pastas plásticas com roteiros contendo: nomes de ruas e locais a serem visitados e esquadrinhados / Questionários dirigidos aos moradores e trabalhadores locais / Adesivos “Aqui cuidamos da comunidade” e carta do grupo Navegantes da Notícia para serem entregues nos locais mapeados / Mapa do Cantinho do Céu, subdividido em 5 áreas importantes com ruas e pontos indicados / Roteiro de orientação do Projeto Mapeamento local – com papéis definidos para cada agente (cartógrafo do dia) em seu grupo específico / Equipamento para registro em vídeo e foto;

S'imbóra que chegou a hora!

S'imbóra que chegou a hora!

Superado o friozinho na barriga da proposta inusitada, começamos a pegar o jeito do cartógrafo, e a cada lugar visitado, a cada pessoa entrevistada ficamos mais a vontade naquela função, e mais apropriados dos seus significados e sentidos. A revalorização do chão pisado, do lugar habitado, dos caminhos já manjados se mostrou divertida e dinâmica, exigindo agilidade e energia (que a gurizada tem de sobra, ainda que ocultem quando querem, e mostraram em profusão) na longa caminhada que se impôs, sem reclamar de cansaço, só do calor, ainda assim com o sorriso estampado no rosto. Foram de fato muito colaborativos, diante do esforço físico e intelectual, saboreando cada etapa, sem deixar de brincar e aprender. A participação dos adultos e mais velhos também se destacou, o ânimo de todos surpreendeu no desdobramento das ações, nos improvisos, nas soluções e conduções. Um revezamento das pranchetas/pastas de entrevista aconteceu normalmente, uma dupla a cada vez entrevistava, por vezes simultaneamente, aplicando o questionário em dois lugares ao mesmo tempo, assim como as entregas da carta e adesivo. Esse momento de encontro com o cidadão do lugar, com as pessoas em suas casas é especial e delimita fronteiras: geográficas, sócio culturais e afetivas. Aqui limites são desafiados, distâncias são questionadas, medos são extintos, reações são provocadas e laços são promovidos. Tivemos 05% de recusa nos pontos prospectados e quase 100% de aceitação e boa receptividade. Uns poucos não estavam em casa, alguns puxaram uma cadeira na soleira da porta para conversar, outros abriram literalmente seus lares para aquele bando de estranhos misturados com antigos vizinhos e com a gurizada da escola. Foi irresistível, nossa insólita trupe desarmou os maus humores e preguiças, e cumpriu honradamente seu dever. Foi para todos um constante exercício de escuta, observação e habilidades comunicativas, para extrair as informações necessárias e para construir um vínculo precioso com cada pessoa e seu estabelecimento. Para os iniciados na região (que estão pensando os projetos sociais e consequentes ações de transformação na sociedade) circular na comunidade e conhecê-la fornece novos paradigmas, é uma incursão reveladora e energética. Para quem já reside por ali, ou nas redondezas, o percurso proporciona a revisão de pertencimentos, de potencialidades, de defeitos e belezas. Para ambos vale a disposição de descobrir algo novo, vale a chance, e para todos valem os contrastes, os comparativos e relativizações;

Retornamos já atrasados, lá pelas 14h, outros grupos já estavam alimentados. Hora do almoço é hora do almoço, intervalo desejado onde falamos de boca cheia sem faltar com a educação. A cuca dos cartógrafos também esteve cheia, cada grupo agora é um time, estão empolgados em contar sobre sua caminhada, derramaram na mesa do refeitório as informações obtidas ainda a pouco, ansiedade demais para guardar preciosa munição informativa. O bate papo espontâneo delatou a riqueza do ‘giro’ protagonizado, da pesquisa de cada grupo: aventuras, encontros, paisagens, conflitos, impressões, cada história guarda uma experiência ou até uma lição. Material para a segunda e última parte do programa: Debate e Projeção do Material Coletado. Prato feito e farto, com direito a bolo de chocolate na sobremesa, descemos aos poucos para o Salão, antes que o sono pegasse os viventes. Percebemos que uma tabulação técnica ou a montagem do mega mapa colorido exigiria mais concentração e esforço do que o pessoal poderia dispor naquele momento. Às 14:40h reconvocamos o grupão, aproveitando a animação dos Navegantes da Notícia alavancamos o povo todo para nova formação em círculo. Algumas poucas pessoas tiveram que sair (compromissos e que tais), enquanto outras chegaram, novamente tínhamos um grande e valioso expediente de agentes sociais, lado a lado por uma causa comum. O tal mapeamento proposto, onde agora todos nós assinávamos embaixo, como autores, realizadores, tornando esse movimento e qualquer produto dele derivado um bem comum do Cantinho do Céu, do Grajaú e toda a população. O educador Sylvio Ayala frisou a grandeza daquela rede ali configurada, a singularidade daquele encontro, assim como a responsabilidade mútua assumida com a comunidade local e com o grupo Navegantes da Notícia, cada qual com seu papel e influência. Logo após, cada grupo apresentou seus pareceres, o resultado de sua pesquisa, as peculiaridades do trajeto, o que se destacou, que traço predominou. Por exemplo: asfalto e trânsito foram pedidos constantes de melhorias, constatação fácil na quantidade de vans e ônibus absurda que entopem algumas ruas. / O Cantinho do Céu foi poupado do espectro de violência atribuído ao Grajaú, narrado por seus habitantes como lugar mais tranqüilo de se viver / Falta de pontos culturais e festivos na região, deixando o CEU como única fonte de lazer e atividades extra escolares. Muitos dados como estes foram levantados, inúmeras perspectivas e reflexões suscitadas, aspectos que pedem tabulações e cruzamentos atentos, além de um relatório próprio, próxima etapa do mapeamento*. Assim como no campo, cada grupo revezou seus integrantes na explanação dos dados colhidos, começando pelas lideranças e seguindo pelas outras representações. Confesso que fiquei orgulhoso das falas dos Navegantes da Notícia, rapazes e moças que começaram agora a afinar seus argumentos, mas não se eximiram de dar seu recado alto e claro. Souberam aproveitar essa oportunidade para lançar o nome do grupo com qualidade e forte repercussão, anunciaram à comunidade do Cantinho do Céu sua existência e intenção. Tanto durante as abordagens com o povo na rua, como na apresentação para o grande grupo no fechamento, representaram a posição de seus pares, defenderam suas constatações e opiniões, sem vacilar. Compareceram com seriedade e serenidade em todo o processo, estiveram de parabéns;

Sheila e os entrevistados da região

Sheila e os entrevistados da região

Os depoimentos gerais seguiram em efeito dominó, fervorosos e emocionados, de muito conteúdo e valiosa contribuição. O tom foi de convergência e positividade, demonstrando uma imensa vontade do pessoal presente em transformar o meio onde vive, o que não impediu alguns manifestos mais furiosos: contra a sub cultura das mulheres fruta, por professores mais comprometidos com as crianças, por olhares mais zelosos sobre nossos jovens, por exemplo. Aliás, essa pré-disposição da comunidade como um todo foi a tônica do mapeamento, força de vontade nítida para colocar em curso planos e ações comuns. Sincronia comunitária e capacidade de organização que permitiu a execução com êxito do denso e trabalhoso mapeamento. Nas intenções e nos atos, estivemos em consonância com a costura de lideranças / organizações locais que produziram essa ação a gente. Atentos aos apontamentos de cada voz específica, cada momento de troca de idéias foi extremamente útil nesse sentido, pois escutamos mais detidamente formadores de opinião e cabeças pensantes não tão evidentes. Nesse painel realista, considerando cada interlocutor e situação, não escondemos os pontos frágeis ou podres mapeados, ex: ausência de saneamento básico nas casas, lixo despejado na beira da represa, pânico perene da checagem habitacional dos funcionários da prefeitura, dentre outros. Uma visão auto crítica (não depreciativa) se faz necessária, para lançar luz em medidas práticas que apontem soluções. As falas nos deram matéria prima para muitas análises, problematizações e contextualizações. Falaram líderes, mães, professores, produtores culturais, coordenadores de projeto, e sobretudo falaram representantes do Cantinho do Céu, nestas alturas os mediadores educadores (Aprendiz e Viração) mantinham aberto o panorama democrático do debate. Onde sobressaiu o contentamento em morar no cantinho do Céu, um certo desdém ao centro da cidade, ainda que admitindo precisar da relação ‘vai e vem’, que liga a periferia aos outros cantos e núcleos de São Paulo. O sangue quente nas veias, a afirmação de identidade, o pertencimento à terra, a ligação com raízes ancestrais, esse sentimento é nossa pedra fundadora. Por isso, se tornam tão irradiantes os abraços que ganhamos dos familiares dos nossos aprendizes durante as visitas. A força da família tem que estar com a gente, aumenta consideravelmente nossas chances. Em cada lar, em cada cumprimento, um elo autêntico foi evocado, e só o tempo dirá de seu cultivo. Às 16h encerramos o debate e a programação, com uma rodada despedida onde os cartógrafos presentes pronunciaram uma palavra sobre aquele dia. Heterogeneidade, cansaço, conhecimento, diversão, ponto de vista, compartilhar, maravilhoso, legal demais, suor, estimulante, pedregulho, e por aí foi, com vez e voz para todos, até as palmas finais.

*** Questões importantes que emergiram, antigas, recentes, nebulosas e luminosas, dependendo do ângulo visto e estratégia adotada:

1 – Do convite (por adesão voluntária) à participação dos professores locais tivemos indícios de boicote sistemático por um lado e de adesão tranquila e procedente por outro. São boas reações, muito melhor que a indiferença, é um sinal de vida, ainda que rancoroso. Estamos sendo percebidos, sentidos, chegamos e aqui estamos, portanto causamos. Agora é saber das razões de quem evita o projeto, dos encaminhamentos de quem o aceita, e considerá-las igualmente, é o nosso retorno. Vale ressaltar que anteriormente estreitamos de todo o jeito combinados com os professores afim de alinhar as propostas;

2 – A preocupação em manter a saúde do grupo, não sobrecarregar os adolescentes do grupo Navegantes da Notícia, impondo peso de responsabilidades e atribuições sociais. Politizar gradualmente, sem esquecer que se tratam de crianças. Todo cuidado para não panfletarizar o trabalho, para filtrar interesses políticos sobre o grupo, para blindar contra o partidarismo. Já temos olhares e expectativas sobre eles vindas de setores distintos, normal, é um reconhecimento de sua força, ainda que em fase embrionária. Mas é preciso garantir a independência, autonomia e leveza dos Navegantes da Notícia, condizentes com a postura de repórteres, articuladores e comunicadores que traçamos no projeto inicial;

3 – A necessidade do clareamento de metas possíveis e metas utópicas, medição de objetivos, continuidades e possibilidades. Visualização de nossa meta-missão alinhada com a UNICEF, considerando a sustentabilidade desse projeto e o desprendimento de uma agência de comunicação autônoma. Para tanto, deixar vir a vocação, sem forçar a barra cívica, trabalhar inclinações e talentos, com ênfase para técnicas jornalísticas e expressões artísticas, tendo o prisma da política + cidadania presente;

4 – Plano de auto-sustentação do grupo N.N, considerando meta da emancipação em formato de agência comunitária de notícias. Que base externa de apoiadores? Qual adesão necessária do ativo local? Que tipo de intercâmbio com os agentes comunitários? Como fazer um estatuto de funcionamento? Como desencadear a legitimação do grupo independente da escola, do Céu, da UNICEF, e do Aprendiz? É possível? Temos para começar a sugestão da criação de um conselho editorial para assistir ao grupo;

5 – Sobre a próxima etapa do mapeamento, na conclusão (desse ciclo, ao menos) e devolutiva esperada. Como fica a tabulação dos dados, o cruzamento de informações, o aproveitamento dos questionários? Que balizas e tabelas serão utilizadas? Que cálculos empregados? Que estatísticas surgiram? Quais resultados podemos obter? Que peças-produto final devolvermos? Ex: ploter do mapa (gigante e colorido) com atualização dos levantamentos mapeados, fotos impressas ou blogadas, ou boletim de encaminhamento para os parceiros. / Essa etapa está sendo desenvolvida pelos estudantes da Fundação Vanzolini;

6 – E outra pergunta não menos importante: que usos práticos podemos dar para o mapa? Em especial na sala de aula e para os locais mapeados. Como tornar esse estudo válido no cotidiano da comunidade, como devolver aos envolvidos de forma prática o esforço impingido nesse levante de ideal? Como fazer que não acabe como discurso ou recurso apenas ilustrativo, e desencadeie tomadas de atitude reais? Como fazer desse mapa uma ferramenta poderosa?

7 – Que metodologia é essa que inventamos e empreendemos? Como avaliá-la e sistematizá-la? Como conferir o devido valor do que construímos? Que relevância tem o mapeamento para a educação não formal ou para a educomunicação? O que acrescentamos? Qual cronograma de trabalho adotaremos para dar conta desses encaminhamentos?

Debate pós caminhada, compartilhamento

Debate pós caminhada, compartilhamento

Processo de idealização do mapeamento do Cantinho do Céu

O grupo de Pós-Graduação Fundação Vanzolini propôs elaborar juntamente ao Aprendiz um plano de mapeamento que cumprisse a função de construir um trabalho científico de pesquisa e aplicar em uma comunidade afim. Nosso projeto já desenvolvido no Grajaú se encontrava em boa fase para receber a proposta, incluindo essa prática nas atividades encampadas pelo grupo Navegantes da Notícia. A adesão e interesse dos ativos locais foi decisiva para a sequência do mapeamento, com envolvimento direto do CEU Navegantes, da EMEF Jardim Eliana, do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), da Pastoral da Criança, da Associação Comunitária Canrinho do Céu e do Projeto Guri. Essa costura deu legitimidade para nossa ação, elaborada coletivamente. Criada a metodologia, colocamos o trabalho em campo. Agora estamos na fase de conclusão do mapeamento, nas mãos das ferramentas técnicas e planilhas, para montar mapas finais e a tabulação do material levantado. Etapa que está sob responsabilidade do pessoal da Vanzolini, e que será projetada no mês de maio, provavelmente. Quando voltamos a carga com esse assunto. Como já comentamos, ainda não acabou. Nem deve acabar.

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