Dinâmicas

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Sociodrama

Objetivos

– Refletir e comunicar um problema.

– Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.

– Conscientizar-se sobre atitudes positivas ou negativas diante de problemas vitais.

Desenvolvimento:

– Escolher um coordenador para dirigir o trabalho.

– Escolher com o grupo um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Um fato atraente e que apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato. Depois o grupo escolhe o mais atraente.

– Definir o gênero (na arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia e a comédia)

– Construir a história. O grupo já tem um fato inspirador. Agora é preciso construir uma história. Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.

– Caracterizar os personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo os personagens principais. É preciso deixar claro as caracteristícas de cada personagem na representação (ex.: dominante, astuto, bobo, brincalhão, paternalista, etc). Observação: Não há necessidade de muitos personagens em um sociodrama.

– Armar o roteiro: É preciso ordenar as cenas das história. Definir bem o que acontece em cada cena e os personagens que vão atuar nela. Cada personagem ensaia o seu papel.

– Organizar a apresentação: Preparar o cenário, os disfarces para os personagens, o fundo musical..

– Realizar o sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar com os espectadores, reconstruindo a história, analisando a história, levantando propostas para mudar o quadro.

Avaliação

1- Como nos sentimos?

2- Que ensinamentos podemos tirar da experiência?

3- Do que mais gostamos?

Choque de Culturas

Objetivos:

– Refletir as diferenças e riquezas culturais.

– Valorizar e respeitar as diferentes culturas.

– Perceber a cultura como dimensão de tudo o que se faz em cada grupo humano.

– Perceber a cultura como a identidade de um povo.

Desenvolvimento:

– Dividir o grupo em três sub-grupos. Um subgrupo vai encenar uma tribo indígena chegando a cidade. Outro subgrupo encena um grupo de operários chegando a uma tribo indígena. O terceiro subgrupo será observador e avaliador das encenações.

– O coordenador orienta com antecedência o subgrupo “indígena” e o subgrupo “operários” para pesquisarem sobre os custumes, hábitos e relações sociais de cada do grupo humano que vai representar.

– Enquanto os dois subgrupos se preparam, o coordenador orienta o subgrupo que vai observar e avaliar as encenações.

– Em primeiro lugar, a tribo indígena encena sua chegada à cidade. Não conhecem as formas de nossas cidades, estranham tudo, até as coisas mais simples, e não percebem os riscos das mais perigosas.

– Em segundo lugar, os operários chegam a uma tribo indígena, ignorando toda a sua realidade.

Debate:

– O que observamos?

– O que pode ocorrer no confronto (choque) de duas culturas diferentes?

– Como analisamos a colonização do Brasil, a partir da encenação?

– Quais as consequências para nós, hoje?

– Coordenador procura sintetizar o debate.

Avaliação:

– O terceiro subgrupo avalia o trabalho, emitindo opiniões.

Avaliação

– O que aprendemos?

– Como nos sentimos?

Jornal Falado

Objetivos

– Organizar informações sobre um determinado assunto

– Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização.

– Sintetizar idéias e fatos.

– Transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.

Desenvolvimento::

– Formar pequenos grupos.

– O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa.

– Cada grupo pesquisa e estuda o tema.

– Cada grupo sintetiza as idéias do tema.

– Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa.

– Apresentação do jornal ao grupão.

Avaliação:

– Quais os momentos que mais nos agradaram?

  • Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

COMUNICAÇÃO

Dentro e Fora

Objetivo: Conseguir uma comunicação profunda

Material necessário: Crachás com escritos: “de dentro” e “de fora” para repartir nos grupos.

Desenvolvimento: O coordenador da dinâmica começa com uma motivação sobre a importância da comunicação, os níveis de manifestação da personalidade, etc.

Em seguida, forma-se grupos de 8 a 10 pessoas. A metade do grupo recebe o número 1 e a outra metade, o número 2. Os números 1 serão os de dentro e os 2 serão os de fora.

Durante 45 minutos os de dentro falarão sobre “ que imagem tem de mim mesmo”. Enquanto isso, os de fora devem escutar com atenção.

Depois, dá-se 45 minutos para que os de fora falam sobre “que imagem creio que os demais tem de mim” e os de dentro escutem com carinho.

Depois, separa-se os de dentro dos de fora e nestes sub-grupos e, durante 20 minutos, analisem as dificuldades que tiveram para falar e como perceberam a manifestação do outro sub-grupo e de cada uma das pessoas.

Reúnem-se novamente os de dentro e os de fora para comentar o que conversaram nos sub-grupos.

Em plenária, todos os grupos falam sobre a experiência como um todo, mas não sobre as manifestações pessoais realizadas em grupo.

AVALIAÇÃO

Carta de Despedida

Objetivo: Avaliar o momento concreto que está sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções.

Material necessário: Papel e caneta para cada um.

Desenvolvimento: Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo. Nessa carta, deve comentar o como está se sentindo em relação ao grupo, o que está sendo o mais importante, se estava gostando ou não, do que estava gostando ou não, do que não estava gostando, se vai sentir saudade… por quê? E o que mais quiser acrescentar. Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores. Lida todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.

Escolha dos bichos “mais

Objetivos:

– Cultivar uma boa convivência no grupo, na amizade e na verdade;

– Perceber as razões da falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no grupo de jovens, no grupo de trabalho;

– Rever as próprias atitudes, para tentar mudar.

Desenvolvimento:

– Cada participante recebe um papel onde está escrito o nome de um bicho, com algumas características, procurando interiorizá-las e expressá-las no grupo em forma de dramatização.

Exemplo:

A Cobra: É traiçoira, perigosa, esperta e oportunista, envenena o grupo, é fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.

O gato: Companheiro, prestativo, carinhoso, esperto.

A borboleta: Não é acomodada. Alegra o ambiente, integra.

O papagaio: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o

mal.

O cavalo: Dá patadas em todos.

O pavão: Fica sempre de leque aberto. Acha que é mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.

O Boi: Sossegado, tranquilo, é esforçado e topa qualquer trabalho.

O pombo: Sempre se preocupa em conversar com os companheiros.

O urubu: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.

A formiga: É operária, trabalhadeira, trabalha sempre em grupo.

Galinha d’Angola: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “Tô fraco”. Não acredita em si mesma, mas tem que falar.

O bicho preguiça: Vagaroso, preguiçoso. Nunca faz nada. Está sempre “pendurado” nos outros.

– O animador verifica se todos compreendem os diferentes papéis (animais), podendo acrescentar outros, se necessário.

– O animador observe que cada animal expressa características positivas ou negativas. Nunca as duas juntas.

– Colocar em papelógrafo o comportamento dos animais e afixar na parede.

  • Trabalho em grupo:

a) Quais desses animais encontramos em nosso ambiente de trabalho?

b) Analisar 3 bichos considerados mais importantes para o grupo.

Baú das Recordações

Destinatários: grupos de jovens formados há algum tempo

Material:

Cada pessoa deve trazer para o encontro uma recordação, um objeto que guarda por algum motivo especial.

O animador deve confeccionar previamente um baú, onde serão depositadas as recordações , e uma pequena chave numerada para cada integrante. A numeração da chave indica a ordem de participação.

O animador coloca o baú sobre uma mesa, no centro do grupo. Ao lado dele, encontram-se as chaves numeradas. À medida que os participantes vão chegando, depositam sua recordação no baú, retiram uma chave e vão ocupar seu assento, formando um círculo em volta do baú.

Desenvolvimento:

1- O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: “Nós, seres humanos, comunicamo-nos também através das coisas … os objetos que guardamos como recordações revelam a nós mesmos, assim como expressa aos demais, algo de nossa vida, de nossa história pessoal e familiar … Ao comentarmos nossas recordações, vamos revelar, hoje, parte dessa história. Preparemos nosso espírito para receber este presente tão precioso constituído pela intimidade do outro, que vai partilhá-la gratuitamente conosco”.

2 – O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú, apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado; os demais podem fazer perguntas. Assim se procede até que seja retirada a última recordação. O animador também participa.

3- Avaliação:

. Para que serviu o exercício ?

. Como nos sentimos ao cometar nossas recordações ?

. Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ?

. O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ?

APRESENTAÇÃO

Caça Tesouro

Objetivo: Ajudar as pessoas a memorizarem os nomes uma das outra, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.

Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas. Se for um grupo maior, é necessário aumentar o número de questões propostas.

Material necessário: Uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.

Descrição para dinâmica: O coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem. A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.

  1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus: ____________________________
  2. Alguém que viva numa casa sem fumantes________________________________
  3. Alguém que já tenha morado em outra cidade______________________________
  4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras________________________
  5. Alguém que use óculos________________________________________________
  6. Alguém que esteja com a camiseta da mesma cor que a sua___________________
  7. Alguém que goste de verde-abacate______________________________________
  8. Alguém que tenha a mesma idade que você________________________________
  9. Alguém que esteja de meias azuis_______________________________________
  10. Alguém que tenha um animal de estimação (Qual?)________________________.

Obs: Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, depende do tipo ou do tamanho do grupo.

ORGANZAÇÃO DO GRUPO

O boneco

Objetivo: discutir com o grupo a importância de todos participarem, valorizando suas características próprias, e estabelecendo ações em conjunto.

Material necessário: papel e caneta para cada pessoa (ou grupo).

Desenvolvimento: até 10 pessoas: cada um recebe uma folha de papel e, afastados uns dos outros, desenham uma parte do corpo humano. Em seguida, as pessoas se reúnem e tentam montar um boneco a partir do que desenharam (provavelmente haverá muitas mãos e pés e nenhuma perna ou nenhum olho). O coordenador pergunta então;

  • Qual a semelhança (e a diferença) entre o boneco que se montou e o próprio grupo?
  • Quanto nosso grupo não tem olhos (ou boca, perna, braço, pescoço…) o que acontece?
  • Quando o grupo tem muitas bocas (pernas, braços, mãos, olhos…) o que acontece?
  • Como podemos mudar esta situação no grupo. Dêem exemplos concretos.

No final da discussão, os participantes acabam de desenhar as partes do boneco que ainda faltam, dizendo da importância destas partes.

Desenho dos Pés

OBJETIVO : Socializar, integrar, perceber a necessidade de assumir compromissos, crescer, valorizar-se

MATERIAL : uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante.

DESENVOLVIMENTO : O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé. Em seguida, encaminha a discussão, de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam.

Todos os pés são iguais?

Estes pés caminham muito ou pouco?

Por que precisam caminhar?

Caminham sempre com um determinado objetivo?

Quanto já caminhamos, lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los.

Terminada a discussão, o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir.

AJUDA MUTUA

Dando Conselho

Objetivo: experimentar diversos tipos de aconselhamentos, orientado para o tipo não direcional.

Material necessário: papéis com as indicações de como devem se comportar as pessoas que farão as encenações e papéis com o resumo dos problemas que serão apresentados para todos os participantes.

Desenvolvimento: os participantes recebem uma folha com a indicação dos casos que irão receber conselhos(anexo 1). Pede-se a 6 voluntários que representem os tipos de conselhos: autoritário, exortativo, sugestivo, direcional, não direcional, eclético. Cada um recebe uma folha indicando o modo como deve se comportar(anexo 2). Pede-se outros seis voluntários que representem as pessoas que vem pedir ajuda. Realiza-se, então, seis pequenas encenações. Em cada uma delas uma pessoa apresenta o problema e recebe um tipo de conselho. Após cada encenação, os participantes fazem um pequeno cochicho para avaliar o que viram e ouviram. Ao final, realiza-se um plenário de análise geral do que se passou.

Anexo 1: alguns casos que podem ser apresentados:

  • Um senhor deixou um vida ativa e cheia de responsabilidade. Agora é uma pessoa com recursos muito limitados. Vive triste e tem a sensação de ser um “peixe fora d’água”. Sente-se dominado pelo tédio. Seus filhos já estão casados e ele vive sozinho. O que fazer da vida?
  • A vida de casados estava boa. O esposo conseguiu prosperar bem na vida. Agora entrou na vida dele uma mocinha bonita, que trabalha no mesmo lugar que ele. Ele afirma que é uma amizade pura e que esta mocinha é quem lhe dá um pouco de alegria e prazer à sua existência triste. A esposa pensa um pouco diferente: “Sempre fui uma boa esposa. Trabalhei até gastar minhas mãos. Desde os tempo difíceis estive ao lado. Nunca olhei para nenhum outro homem. Cuido bem da casa e sou uma pessoa econômica. Agora que prosperamos um pouco socialmente, poderíamos sair um pouco, curtir a vida… como eu sempre esperei. E me deparo com esta situação. O que devo fazer?

Anexo 2: alguns tipos de entrevistadores:

  • Autoritário: ordena, repreende, ameaça, condena, define: a única coisa que se pode fazer é… o único caminho é…
  • Exortativo: procura fazer com que o cliente assuma o compromisso de fazer ou deixar de fazer algo, diz coisas do tipo: “Deus ficaria feliz com esta ação”, ou então: “A pátria, teus pais, esperam isso de você!”.
  • Sugestivo: tenta ajudar dando ânimo e apoio, sem solucionar o problema. “eu sei que você pode vencer, você já venceu coisas piores, isto não é maior problema da sua vida, você vai ver que logo tudo estará resolvido…”.
  • Eclético: fala muito, fala difícil, mas ninguém entende: “Todos os métodos buscam provocar uma catarse nas pessoas, a verbalização de problemas e vivências emocionais, conscientes ou inconscientes. Isso provoca por um lado aceitação e compreensão e por outro lado, suscita energias para a solução dos problemas…”
  • Direcional: toma a iniciativa das soluções, dá indicações concretas.
  • Não-direcional: procura seguir o pensamento da pessoa ajudada. Espera que ela comece a conversa. Sempre devolve as questões. Pergunta sem concluir nada. Acompanha a pessoa em seu processo de assumir o problema.

Conhecendo Lugares e Pessoas

Objetivo: conhecer as pessoas com as quais se vai trabalhar e integrar-se também no espaço onde se vai passar alguns dias.

Material necessário: um papelógrafo (conforme o caso, é dispensável)

Desenvolvimento: o coordenador da dinâmica convida as pessoas a conhecerem (cada um por si) o lugar e buscar algo que chame a atenção (uma árvore, uma sala, um capela, um objeto…). Passados 15 minutos, as pessoas voltam a se reunir e o coordenador pede a cada uma delas que se apresente, dizendo o nome, o que escolheu e porque fez esta escolha. O coordenador deve estar atento e ir anotando as motivações. Se for caso, para entender melhor a motivação, pode fazer alguma perguntas mais. Depois que todos tiverem apresentado o que gostaram no local, o coordenador faz uma análise das motivações do grupo: se é um grupo afetivo, artístico, esportivo, voltado para a natureza, religioso… Se houver interesse por parte do grupo, estes poderão fazer comentários a respeito do que se realizou.

AVALIAÇÃO

Dialogo e Situações Comunitarias

Objetivo: avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo.

Desenvolvimento: entrega-se uma lista de situações a cada participante, que deve estudá-las e tomar a sua decisão, marcando com um “x” as que considera mais constantes em sua comunidade.

Momento pessoal: durante 20 minutos, cada um, em particular, analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais.

  • Tristeza habitual, aborrecimento, evasão
  • Discussões sem sentido, clima de mau-humor, agressividade mútua
  • Conversas superficiais, frias, irônicas e silêncios incômodos
  • Atmosfera de desconfiança mútua, incompreensão. Preconceitos e mal-entendidos
  • Sentimentos de solidão
  • Ter medo ou sentir medo dos outros
  • Frieza, desinteresse ou menosprezo mútuos, rivalidades
  • Individualismo, egoísmo. Muito eu, eu, e meu e pouco nós e nosso
  • Sente-se vítima: os outros está contra mim
  • Linguagens diferentes. Falta diálogo, ninguém escuta ninguém
  • Paternalismo ou materialismo exagerado
  • Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais

Momento grupal: durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo:

  1. O que está se passando com o nosso grupo?
  2. Quais são as causas disso?
  3. Quais estão sendo as conseqüências?
  4. Que podemos fazer para solucionar estes problemas?

COMUNICAÇÃO

Caxeiro Viajante

Objetivo: como falar com um objetivo preciso a um auditório determinado de modo concreto e claro sem pouco tempo. Como tornar atraente uma mensagem que se transmite.

Material necessário: diferentes produtos para os participantes de cada grupo.

Desenvolvimento: o coordenador da dinâmica deve motivar as pessoas a se imaginarem como alguém que está numa feira pública precisando vender alguma coisa para os milhares de espectadores. Pode-se um objeto ou uma idéia. Divididos em grupos, os participantes escolhem o que irão vender. Em seguida, cada um expõe seu discurso de vendedor para o restante do grupo em 2 minutos. O vendedor, deve gesticular, animar, gritar, fazer o que for preciso para vender o produto (ou idéia). Depois que todos tenham feito a sua “venda”, o grupo avalia e escolhe o melhor vendedor. Reunidos em plenária, cada grupo apresenta seu melhor vendedor. Podem, inclusive, resolver que todo o grupo tentará vender um mesmo produto na plenária. Faz-se uma votação para escolher o melhor vendedor, clareando as razões da escolha.

DESENVOLVIMENTO PESSOAL

Estrela de Cinco Pontas

Objetivo: integrar cinco referências (estrela): observar, pensar, sentir, querer, fazer, no processo de autoconhecimento.

Material necessário: desenho da estrela para todos os participantes

Desenvolvimento: cada um vai aprofundar o autoconhecimento. Recebe uma estrela de cinco pontas(modelo abaixo), dentro de quatro círculos concêntricos. As pontas da estrela são: observo, penso, sinto, quero, faço. E os círculos são: minha vida pessoal, minha família, minha comunidade eclesial, meu trabalho (ou minha escola0. Durante 20 minutos cada um estuda essa estrela e os círculos, procurando fazer um quadro de sua situação em todos os níveis. Em pequenos grupos, durante 50 minutos, se compartilha o trabalho feito individualmente e se faz um “intercâmbio de ajudas”. Em grupos um pouco maiores, durante 20 minutos se analise o exercício realizado e os frutos colhidos.

ESTUDO

Hieraquizar Problemas

Objetivo: indicar comunitariamente os problemas e juntos discernir prioridades.

Material necessário: copo descartável com água tingida de vermelho, vários alfinetes, papelógrafo ou lousa.

Desenvolvimento: em pequenos grupos, discute-se quais são os maiores problemas enfrentados em determinada área (saúde, educação, trabalho, moradia…). Cada grupo escolhe três problemas que considera os mais importantes. Em plenária, coloca-se um copo descartável (plástico ou papel) cheio de água com tinta vermelha. Explica-se que o copo com a água significa o povo com seus valores, sua vida, suas esperanças. A cada problema indicado pelos grupos, corresponde um alfinete que se crava no copo, de maneira que a água tingida começa a sais pelos furos (cada furo eqüivale a um ferida de sofrimento). Caso a água tingida se acabe ainda antes de todos os terem se apresentado, pode-se acrescentar mais água tingida, simbolizando que se recebeu ajuda do exterior. Enfiados todos os alfinetes, os participantes devem responder qual buraco se deve tapar primeiro e porque. É interessante que, na medida que os grupos vão falando dos problemas, alguém os anote num papelógrafo ou na lousa.

Variação: pode-se começar a dinâmica sem os grupos de discussão inicial, perguntando diretamente aos participantes quais são os problemas.

Figuras

Consciencia Femenina

Objetivo: a partir da observação visual, analisar nossa prática cotidiana.

Material necessário: cópia do desenho para cada grupo.(abaixo)

Desenvolvimento: entrega-se uma cópia do desenho para cada grupo. Durante 20 minutos conversa-se em grupo: o que nós entendemos desse desenho? O que mais chama a atenção? Qual relação desse desenho com a nossa vida? Em seguida, as pessoas se reúnem em plenária e apresentam os principais pontos discutidos no grupo. Se houver poucas pessoas (até 10), suprime-se o trabalho em grupo e discute-se diretamente na plenária. Pode-se ampliar a dinâmica pedindo a cada grupo que apresente uma pequena encenação sobre o tema do desenho.

JOGO COMUNITÁRIO

Romance

Objetivo: oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes.

Para quantas pessoas: cerce de 15 pessoas (mais do que isso, a dinâmica fica cansativa).

Material necessário: lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica.

Desenvolvimento: cada participante receberá um pedaço de papel e lápis. A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta):

  • Um nome
  • Um lugar distante
  • Uma idéia
  • Um espaço determinado de tempo
  • Um desejo
  • Um número
  • Sim ou não?
  • Uma cor qualquer
  • Uma medida
  • Um hábito
  • Uma certa soma de dinheiro
  • Uma atitude
  • Uma canção
  • Nome de uma cidade

Assim que todos tiverem terminado esta parte, o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante. À pergunta 1ª, vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte anterior do exercício.

Perguntas:

  1. Qual é o nome do seu noivo(a)?
  2. Onde se encontraram pela primeira vez?
  3. Que idade ele(a) tem?
  4. Quanto tempo namoraram?
  5. Quais são os seus propósitos?
  6. Quantas declarações de amor você recebeu?
  7. É pretensioso(a), é convencido(a)?
  8. Qual a cor dos seus olhos?
  9. Que número de sapato calça?
  10. Qual é seu pior defeito
  11. Quanto dinheiro tem para gastar com ele(a)?
  12. Qual é a sua maior virtude?
  13. Que canção gostaria de escutar no seu casamento?
  14. Onde vocês vão passar a lua de mel?

Esta lista pode ser aumentada ou modificada, dependendo do tipo de participantes. Apresentamos apenas como sugestão.

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