DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH NÃO TEM CAPACIDADE PARA ENTRAR EM UMA FACULDADE, MUITO MENOS USP:

DALTON GERTH

DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH MENTE ATÉ PARA A POLÍCIA:

DALTON GERTH

 

DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH NÃO BATE BEM DA CABEÇA:

DALTON GERTH

 

DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH SABE MUITO BEM O CAMINHO PARA A REPROVAÇÃO:

DALTON GERTH

DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH, SINÔNIMO DE AMEAÇA E HOSTILIDADE:

DALTON GERTH

 

DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH QUER DINHEIRO ATRAVÉS DE AMEAÇAS VAZIAS:

DALTON GERTH

 

DALTON GERTH

abril 19, 2012 by

DALTON GERTH NÃO GOSTA DE CRIANCINHAS… MUITO MENOS CRIANÇAS QUE ESTUDAM… ELE NÃO SABE O QUE É ISSO:

DALTON GERTH

 

DALTON GERTH: MSC 171

abril 18, 2012 by

LINK: http://www.sindpd.org.br/sindpd/noticia.jsp?id=1334761764784

 

Reportagem Record: Nota de esclarecimento do Sindpd

Nota de esclarecimento

Com relação às calúnias divulgadas na noite desta terça-feira (17) pelo “Jornal da Record”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo esclarece:

1-            Lamentavelmente, ficou claro que um dos objetivos da matéria é alimentar uma campanha em curso para enfraquecer os sindicatos e acabar com a contribuição sindical, recurso indispensável para a sustentação da luta dos trabalhadores e a melhoria de suas condições de vida;

2-            A contribuição permite que as entidades sindicais tenham estrutura para enfrentar a pressão constante do capital em busca da redução de direitos. Com organização e muito trabalho, o Sindpd conquistou uma das mais avançadas convenções coletivas do país, com jornada de trabalho de 40 horas, aumentos reais de salário, PLR, Vale Refeição, Hora Extra de até 100%, além de outros benefícios oferecidos à categoria;

3-            Os aportes dos trabalhadores em tecnologia da informação são geridos com extrema seriedade, sustentam uma estrutura com 11 unidades espalhadas pelo Estado, um renomado corpo jurídico, dezenas de funcionários e inúmeros benefícios de lazer e saúde aos associados;

4-            A Presidência do Sindpd ou o sindicato NÃO são alvo de investigação do Ministério Público Federal, mas sim vítimas de sórdida trama difamatória, visando o linchamento da minha honra e reputação, através de mentiras, calúnias e ilações;

5-            Não recebemos recursos federais ou públicos e os números apresentados pela reportagem são distorcidos e majorados, da mesma forma que a denúncia é fundada em ligações fantasiosas, projeções descabidas e dados mentirosos, tal como o seu autor;

6-            A matéria veiculada pela Rede Record foi embasada por denúncias vazias do senhor Dalton José Gerth, ex-funcionário do sindicato, demitido por ter sido pego fraudando testes de certificação.

7-            Logo após o seu desligamento, em fevereiro de 2011, diretores da entidade passaram a receber e-mails anônimos com ameaças e chantagens, cujo conteúdo é o mesmo que sustentou a matéria. Por se tratar de mentiras e montagens grosseiras, o Diretor de Educação do Sindpd, Emerson Morresi, principal alvo das ameaças, requereu abertura de inquérito para apurar seus autores;

8-            O referido procedimento, em curso há mais de seis meses, culminou com a descoberta de que o Senhor Dalton José Gerth não apenas fraudava testes de certificação, mas também praticava os crimes de falsidade ideológica por se apresentar como graduado em Física pela USP e Ciência de Computação na UNIP, exercendo a função de professor universitário na Faculdade Anhanguera sem estar legalmente apto, sem ter diploma de formação superior. Não bastassem todas as mentiras, o fraudador ainda responde um inquérito por homicídio. É esse tipo de pessoa que está me atacando;

9-            As disputas políticas iniciadas no ano passado na antiga central que o Sindpd era filiado e a proximidade das eleições internas uniram o senhor Dalton José Gerth a um grupo partidário que almeja se apoderar do sindicato em conluio com setores do patronato;

10-         Procurado pelo repórter Vinicius Costa, buscamos informá-lo sobre os fatos e tentamos reiteradas vezes saber quais eram as supostas acusações para apresentarmos contestações concretas. Sem sucesso, entramos em contato com a produção da matéria, esclarecendo ponto por ponto. Em determinado momento do dia, um e-mail do senhor Dalton José Gerth endereçado aos jornalistas que produziam a matéria chegou ao conhecimento do sindicato. No referido e-mail, o ex-funcionário do Sindpd cobrava dos jornalistas a divulgação da reportagem. O e-mail só chegou ao conhecimento da diretoria do sindicato porque o remetente fez questão de repassá-lo para um diretor do Sindpd, que há muito vem atuando sorrateiramente com o senhor Dalton;

11-         A mente pervertida do senhor Dalton chegou a induzir o repórter a acreditar que a filha do mesmo estaria sofrendo ameaças. Contudo, como se pode verificar nos e-mails até pouco tempo anônimos, quem ameaçou a integridade física dos filhos do diretor Emerson Morresi ou tentou me chantagear e extorquir foi o autor das calúnias. Em 22 de novembro de 2011, o diretor do Sindpd recebeu mensagem ameaçadora, que encerrava com a seguinte mensagem: “A vida não é toda ruim para você, hoje vi seus filhos na escola, eles são lindos”. Dois dias depois, em e-mail endereçado a mim, o mesmo autor das “denúncias”, afirma: “Sabe, seu Neto, estamos gastando muito $$$, só para o senhor saber aonde isso vai chegar, já contatamos toda a imprensa escrita e televisiva (Globo, SBT, Record, Revista Veja, Isto è, Exame, Carta Capital, Jornal Folha de São Paulo, Diário de São Paulo, Estadão e Hora do Povo, que por sinal abraçou nossa causa) (…) “Vou precisar que o senhor ajude algumas pessoas necessitadas, mais para frente digo como, quando e quanto”;

12-         Portanto, não é verdade, assim como o próprio conteúdo da matéria, que me neguei a prestar esclarecimentos. Simplesmente eles não foram levados em consideração pela reportagem como determina as regras do jornalismo transparente e isento. Refuto veementemente todas as acusações e tomarei todas as medidas jurídicas e criminais cabíveis para conquistar o direito de resposta, o justo e elementar direito de defesa, que me foi negado, apesar de insistentes apelos;

13-         Além disso, embora todos dados orçamentários do Sindpd estejam disponíveis no site, são submetidos à aprovação e análise dos associados, reunirei a diretoria para propor a contratação de uma auditoria externa para analisar minuciosamente todas as contas do Sindpd e não deixar dúvidas sobre a probidade desta diretoria, que preza pela lisura e muitos serviços tem prestado à categoria e ao setor de tecnologia da informação;

14-         Não mediremos esforços para trazer a verdade à tona e rechaçar, uma a uma, as mentiras propaladas. Não nos submeteremos à chantagem, lutaremos com todas as nossas forças para defender a nossa história e nossa dignidade.

São Paulo, 18 de abril de 2012.

Antonio Neto

Esse é Dalton Gerth

fevereiro 28, 2012 by

Neste tópicos vamos falar sobre um assunto que nos chamou atenção. Alguns alunos do Centro Universitário Anhanguera ficaram revoltados com o fato do antigo Professor Dalton José Gerth não ser formado em Física, tendo o risco de perderem seus diplomas por conta desta situação.

Os alunos fizeram uma página no site da rede social Facebook para mostrarem sua insatisfação e revolta para com Dalton Gerth.

Segue abaixo alguns comentários dos alunos:

“Fui aluno do Sr DALTON JOSÉ GERTH no curso de Ciências da Computação no Centro Universitário Anhanguera, onde ele lecionava várias materias ,entre elas, Object-Oriented Programming (3o e 4o semestres) e Sistemas Operacionais (5o semestre). Sei que DALTON JOSÉ GERTH também era professor da turma de TADS – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, lecionando a matéria Teoria da Computação (5o semestre).
Dalton sempre se mostrou muito orgulhoso de sua formação acadêmica, fazendo questão de esclarecer que era “Prof. MsC”, sigla que significa “Professor Master of Science”, que se atribui às pessoas que concluem um mestrado. Frequentemente postava em sites, blogs e entrevistas a revistas, situações pelas quais havia passado quando cursou Física na Universidade de São Paulo (por favor faça um pesquisa no google “dalton gerth fisico USP”). Além disso, rotineiramente se gabava de suas incontáveis certificações Microsoft (eu e meus colegas temos provas que são todas fraudadas).
Porém, recentemente, já formado, obtive a informação de que o Sr DALTON JOSÉ GERTH NÃO POSSUI DIPLOMA ALGUM, EM NENHUMA ÁREA (o senhor acredita que o homem mais certificado do mundo não tem curso superior?????????? Dalton Gerth é uma fraude completa! ADULTEROU DOCUMENTO PÚBLICO PARA SE PASSAR POR FÍSICO! O Centro Universitário Anhanguera confirmou que também havia obtido tal informação, e que portanto todos os alunos que cursaram disciplinas com Dalton deverão refazê-las, pois SEUS DIPLOMAS SÃO NULOS, uma vez que nossas aulas com o Prof. MSc. Dalton Gerth, que não existe, não serão validadas, portanto, não estamos formados!!!!!! Tem idéia do que esse delinquente fez com nossas vidas??????
Somos um grupo de aproximadamente 200 (DUZENTOS) ALUNOS REVOLTADOS! É UMA AFRONTA ÀS PESSOAS QUE BATALHARAM POR SEUS DIPLOMAS E TÍTULOS O QUE DALTON VEM FAZENDO, LUCRANDO COM BASE EM MENTIRAS E FRAUDES, ELE É UM ESTELIONATÁRIO!!!!!´´

“TEXTO QUE DALTON GERTH DIVULGOU EM SEU CURRÍCULO NO SISTEMA LATTES:
Atualmente é professor titular na Universidade Anhanguera de Sorocaba, FAESB – Faculdades Santa Bábara de Tatuí, Ka Solution e Coordenador de Treinamento no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Empregados de Empresas em Processamento de Dados do estado de São Paulo (sindpd). Possui 102 certificaçes Microsoft, concluídas com
sucesso. Com ela, atingiu os títulos de : MCP, MCP+I, MCP+Site Building, MCSE+Internet, MCDST em Window s XP, MCSA, MCSA:S, MCSA:M, MCSE, MCSE:S, MCSE:M em Window s NT, 2000 e 2003; MCAD, MCSD e MCSD .Net em VB 6, VB.Net e Visual C#; MCDBA em SQL Server 2000; MCPD em Window s Developer 3.5, ASP.NET Developer 3.5, Window s Developer e Enterprise Application Developer, MCITPro : Enterprise Desktop Support Technician, Database Developer, Database Administrator, Enterprise Message Administrator, Consumer Support Technician e Enterprise Project Management With Microsoft Office Project 2007, MCTS: Exchange Server 2007, .Net 2.0 (Web, Window s e Distributed Applications), Window s Vista Configuration, SQLServer 2005, Exchange 2007 Configuration, .Net 3.5 (ADO.NET, ASP.NET, Window s Forms e WCF), Project 2007 e Project Server 2007, Microsoft Certified Trainer e Microsoft Achievement em Office Communications Server 2007 – U.C. Voice. Também obteve em 2007, o certificado ITIL – Information Technology Infrastructure Library.´´

“FORMAÇÃO QUE DALTON GERTH DIVULGOU EM SEU CURRÍCULO NO SISTEMA LATTES:
Formação acadêmica/Titulação
2011 Graduação em andamento em Matemática .
Universidade Paulista, UNIP, Brasil.
2009 – 2010 Graduação em Gestão da Tecnologia da Informação .
Universidade Paulista, UNIP, Brasil.
1992 – 1996 Graduação em Física .
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.´´

Os alunos disponibilizaram inclusive um link com a Entrevista de Dalton Gerth para a Revista Info, onde os mesmos afirmam ter provas de que Dalton Gerth não possui todas as Certificações Microsoft que diz ter. Segue o Link:

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/entrevistamos-o-maior-detentor-de-certificacoes-03012011-0.shl

Outro link disponibilizado pelos alunos, onde Dalton Gerth se diz Físico, o que os alunos afirmam também terem provas de que o diploma da USP é falso. Segue o Link:

http://www.cacp.org.br/entrevistas/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=2220&menu=17&submenu=1

Segue mais alguns Link´s que os Alunos postaram sobre Dalton Gerth, onde o mesmo se passa por físico.

https://setimodia.wordpress.com/2011/09/13/ruy-vieira-dialogo-com-criacionista-adventista-no-brasil/

http://www.timaster.com.br/revista/materias%5Cmain_materia.asp?codigo=174

https://setimodia.wordpress.com/2011/09/12/o-estranho-ato-de-deus/

http://porissocri.criaforum.com/t53-o-criacionismo-pode-ser-considerado-cientifico

Tentaremos entrar em contato com os Alunos em questão para verificar a veracidade das denúncias por eles levantadas e em breve traremos mais informações.

entrevistas editadas

junho 16, 2010 by

Entrevistas/ depoimentos com adolescentes participantes do projeto Mudando sua Escola, Mudando sua Comunidade, Melhorando o Mundo!

Weslley Silva
1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Eu aprendi um pouco a olhar de forma que questione a informação que a gente recebe. Isso aconteceu quando conversamos sobre textos, programas de televisão e coisas da comunidade e da nossa vida.


2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Eu não conseguia me expressar bem. Agora sim! Sempre fui violento, fui parar até no conselho tutelar porque bati no professor.

Na escrita me ajudou muito, minha letra é feia e erro muito, mas como você (Elis- educadora) sempre falou que escrevo bem, que tenho idéias legais e que eu devia escrever mais sem ligar para os erros… hoje minha professora de português me elogia.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Eu não sei como explicar, mas as pessoas me vêem de uma forma diferente hoje.


4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Um mensageiro da comunidade, o meu papel é informar as pessoas do que acontece por aqui para ajudar a melhorar a comunidade.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O dia em que o Carlos (educador popular da comunidade) fez uma dinâmica para pensar em algo que outra pessoa deveria fazer. No final quem pensou foi quem teve que fazer. Foi bom fazer essa reflexão!

6- Conte sobre o dia em que vocês deram a oficina de sexualidade.

Não lembro muito, não participei desse dia.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Conheci novas ruas, que eu nem sabia que existiam. Conheci artistas da comunidade, o Balaio Cultural e muitos moradores. Os problemas foram muitos, o que chamou atenção foi a sujeira na rua.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Passamos muito tempo organizando o mutirão, pensando como fazer, dividimos as tarefas, nem todos cumpriram, mas acontece. No dia, entrevistei vários moradores e peguei lixo.


9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Jornalzinho, boca-a-boca com os estudantes, exposição de Fotografia e Jornal Mural.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para informar as pessoas sobre como viver melhor. O meu grupo é sobre bullying. Na verdade, ainda não fizemos muita coisa, além de estudar o tema, escrever, entrevistar colegas que sofrem preconceitos e conversar com colegas que são agressivos na escola.
11- O que você entende por participação na comunidade?

É estar junto, lado a lado, atento aos problemas e buscar ajudar sempre que possível com nossas idéias.


13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Conviver com um grupo, em que muita gente é diferente, aprender a respeitar e entender cada um do jeito que cada um é…
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Eu ensinei minha irmã a fazer um fanzine.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Evento do EJA- Educação de Jovens e Adultos

Domingueira

Expo Fusca
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Percursão- Bloco da Comunidade


17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Espero que aqui tenha mais segurança. Navegantes pode contribuir fazendo denúncias, organizando eventos com a comunidade para conversar.
18-Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua família: Minha mãe gosta que eu participe do projeto, pois hoje tenho mais calma e converso.
irmãos: mudou porque antes eu batia na minha irmã, hoje não faço mais isso.

a escola:
com  os professores: Mudou com a professora de português por que ela passou a elogiar meus textos e minhas participações.
com os outros colegas: Eu brigo menos na escola, sou mais calmo.
o conteúdo das aulas- não
com a leitura-sim, mesmo não gostando de ler
com a escrita- 100%


bairro

as lideranças comunitárias- eles me procuram para conversar e me escutam, perguntam o que acho dos problemas da comunidade e pedem propostas de melhoria das comunidades.

com
você

com seu futuro: Não sei o que quero fazer, mas sei que o grupo ajudou a me relacionar melhor com as pessoas, isso pode me ajudar mais no futuro, minha mãe acha que devo fazer Educação Física, mas não sei…
Com você defende seus direitos: Não sei, Ah! Sei que existe o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Deficiente,  mas não gosto de ler, então peço ajuda a quem conhece.
confiança/auto- estima: Eu não acreditava em mim antes, não conseguia imaginar nem com um caderno na mão. Hoje, eu escrevo, converso, participo me sinto capaz.
a
mídia

interesse por notícias e outras informações

Sim, assisto jornal com minha mãe. Ela fica surpresa, até discuto os assuntos que passam.
usar
ferramentas como foto, vídeo, internet

Sim!

Gabriela Mambelli

“O que mudou na minha vida foi que eu tive mais participação e igualdade dentro do meu coração, a minha vida mudou um pouco, passei a ter gosto pela vida e ver ela de um jeito diferente. Tive mais amigos que ajudaram a me mudar.”


1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Educação comunicativa, comunicação educativa! Eu aprendo fazendo jornal mural, fanzine, aprendendo a se comunicar melhor com outras pessoas.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Não lembro.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Meu pai é muito comunicativo. Com ele eu já aprendi muito, mas aqui me ajudou muito a me comunicar, respeitando o jeito de ser das pessoas. Antes havia pessoas com quem eu não me comunicava, agora eu falo.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Acho que o meu papel na comunidade é me comunicar mais, mostrar meu trabalho na comunidade e informar o que nela acontece aos moradores.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O Mutirão de limpeza porque a gente ajudou a comunidade na prática!
6- Conte sobre o dia em que você deram a oficina de sexualidade?
Eu não participei, mas vejo todo mundo falando desse dia, que foi legal e precisávamos fazer mais.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Conheci melhor a comunidade, áreas de lazer, “campinho” e onde alguns colegas meus moravam.

Os problemas: as casas para cair e buracos nas ruas.


8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Nessa época eu era colaboradora, pois estudava no mesmo horário do curso, mas participei do mutirão, organizando a alimentação para o dia e conversei com os moradores sobre a ação.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

O Jornal Mural, Fanzine, andando na rua e batendo nas casas para conversar (fazer boca-a- boca), com carro de som…

10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para ajudar os moradores. Eu participo do grupo Acidentes Domésticos. Já entrevistei uma menina que queimou a perna com óleo de cozinha e estamos preparando um jornalzinho para distribuir na escola e comunidade sobre como evitar acidentes domésticos.
11- O que você entende por participação na comunidade?

Melhorar a comunidade com projetos e muita conversa com os moradores.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Aprendi entrevistar as pessoas sem ficar com vergonha, antes eu não tinha coragem de fazer isso nem me pagando.rsrsrsr
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Quando eu me comunico com as pessoas, em casa, na rua, no colégio.

Afinal,  tenho que falar o que faço aqui, já que é legal.


15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Força Jovem – evento para jovens sobre drogas.


16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

As atividades da Associação de Moradores.
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

O saneamento básico, convidando o presidentes à comunidade, para ir à subprefeitura.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Com a minha família não mudou nada, pois minha família super participa do grupo e das ações que o Navegantes desenvolvem na comunidade.

a
escola

com os professores- Não sei
com os outros colegas- Mais assunto para conversar
com o conteúdo das aulas-eu sempre participei mais, acho!
com a leitura- não gosto de ler
com a escrita- não gosto de escrever
participação (grêmio, etc)- Estimulou muito, estou puxando um grupo, montando um estatuto para concorrer ao grêmio. Tendo que ler, conversar com muita gente para escrever o estatuto e entender essas coisas de grêmio, dá muito trabalho!

O bairro
as lideranças comunitárias- conheço mais pessoas e sou mais conhecida

com você
com seu futuro – Quem sabe uma jornalista!rsrsrsr
com você defende seus direitos- ainda não me apropriei dos meus direitos para defender, mas conheço, não precisei usar ainda, mas já ajudei outros adolescentes e crianças.
confiança/
auto- estima- eu confio e acredito em mim, claro

a
mídia

interesse por notícias e outras informações-

De vez enquanto eu assisto o jornal. Mas antes eu não queria nem saber, hoje já assisto.

Dayara Cordeiro da Silva

“Eu sou a Dayara, mais conhecida como Day. Desde que cheguei no grupo Navegantes da Noticia, eu aprendi a me comunicar melhor com a minha família e com a comunidade, aprendi a expor melhor minha idéias. Quando eu cheguei no grupo eu era muito tímida, mas agora estou bem menos tímida.

Eu também aprendi a mexer muito nos aparelhos de comunicação, como gravador e máquina fotográfica, antes eu sabia pouco, agora eu sei bem mais.

Eu não queria que este grupo acabasse porque eu acredito que este grupo tem futuro. Eu quero que ele continue. Minha família dá o maior apoio para que eu continue participando do grupo.

Tudo o que estou aprendendo hoje eu tenho certeza que vai me ajudar futuramente e profissionalmente. Eu  gosto muito de vir todas as terças e quintas feiras.”
1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

É pensar a comunicação com algo para educar… Acho que é isso! É?

No grupo aprendi a me comunicar melhor e expressar minhas idéias.


2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Escrever, a professora de português elogia e na leitura.
3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

É importante a gente se comunicar para expressar nossas idéias, debater… (pensando) para não receber a informação pronta e tê-la como certinha.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Ajudante da comunidade!
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O mutirão de limpeza da represa.
6- Conte sobre o dia em que você deram a oficina de sexualidade?

Foi legal! O grupo planejou. Tivemos a idéia de fazer nas nossas salas de aula a oficina. No dia não foi como imaginamos, tivemos algumas dificuldades, mas alguns colegas nosso ajudaram e participaram… Acho que poderíamos ter feito mais oficinas em geral, não só de sexualidade, mas de todos os temas que aprendemos aqui no grupo, Ex: Meio Ambiente, Eca, Diversidade, Fanzine, fotografia, jornal Mural.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontraram?

Aprendi a não jogar lixo nas ruas, aprendi a respeitar o espaço do próximo, conheci diversas pessoas que desenvolvem atividades na comunidade. Fiquei surpresa com tanto lixo que encontrei na rua.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Eu mobilizei a comunidade e as lideranças, ajudei a divulgar, ajudei a entrevistar e recolher o lixo, hoje estou responsável pelo grupo de Meio Ambiente, de pensar ações na escola e na comunidade. Já estamos junto com a Gestão e o Sylvio pensando uma ação para o dia 18 de junho.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

A gente se comunica com a escola através do boca boca, fanzine, jornal mural, reuniões.


10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para aprender e sensibilizar as pessoas sobre o tema cuidado, que é um tema importante para todo mundo, pois assim vamos melhorar à comunidade e o contato com o próximo.

Estou responsável pelo grupo de Meio Ambiente, estamos pensando eventos na escola e na comunidade.
11- O que você entende por participação na comunidade?

É ver o que a comunidade precisa, tentar ajudar, melhorar, ver o que falta, ver o que  já tem e melhorar, o que é bom para comunidade…tudo isso!
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Achei muito legal, aprendi a mexer nos equipamentos do curso, máquina fotográfica, filmadora, gravador…

Aprendi sobre os direitos da criança e do adolescente e como os direitos ajudam a pensar também nossas ações e ajudar mais na comunidade.
14- Em que momentos(sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Conversei com muitos colegas, na escola e na comunidade sobre os temas de meio ambiente, grafitte e pichação.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Momentos Culturais na comunidade

Aniversário do CEU

O Grupo de Teatro
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

O saneamento básico. Não sei se o grupo tem como ajudar denunciando, fazendo  abaixo assinado, participando dos fóruns junto com GA (da Plataforma dos Centros Urbanos).
18-Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

pais- Mudou, eu converso mais com minha mãe, falo com ela o que acho que está certo e o que acho que não está certo ou alguma coisa que eu quero para mim ou para os meus irmãos. A conversa acontece com respeito mesmo quando a gente discorda. Antes a gente conversava pouco. Antes eu concordava com ela, mesmo quando eu não achava que estava certo.
irmãos- Um pouco, o meu jeito de me relacionar, antes eu era muito mandona, por isso brigava muito. Hoje a gente conversa e pensa juntos como fazer as coisas, então é bem mais fácil.

a  escola
com
os professores –  Nada

com os outros colegas- Mudou. Eu falo todas minhas idéias com meus colegas.  Nossos trabalhos da escola têm sido mais criativos, animados e dinâmicos.
com o conteúdo das aulas – Eu participo mais.
com a leitura- Mudou. Acho que estou melhor.
com a escrita-Melhor também, conforme eu melhora minha leitura, minha escrita também melhora.
participação
(grêmio, etc)

Sim, estou envolvida na organização do grêmio, pensando conjuntamente com outros alunos da escola e com os professores.

o
bairro

as
lideranças comunitárias: Todos me conhecem e me veem como uma pessoa disposta a ajudar o bairro, a comunidade.

com
você

com seu futuro: Eu passei a pensar um pouco mais!

Ai! Eu quero fazer tantas coisas,rsrsrs. Quero ajudar o lugar onde eu vou morar e viver, isso para mim é importante.

como você defende seus direitos: Buscando informação, conversando com as pessoas.
confiança/
auto- estima: Mudou. Antes eu era muito parada, tímida, hoje sou agitada, converso com todo mundo, todo mundo me conhece, conheci muita gente depois.

a mídia
interesse
por notícias e outras informações:

Mudou. Passei assistir e a ler mais jornal, buscar as informações
usar ferramentas como foto, vídeo, internet. Eu aprendi bastante.

Bianca Merces


“Bom eu mudei com muita coisa: a maneira de ser

com minhas amigas, minha mãe e muitas pessoas.”

Bom, aprendi muitas coisas diferentes gostei de fazer o teatro com os meus amigos
1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Ah, não sei! Conversando com outras pessoas, saindo para conhecer a comunidade e fazer sensibilização com os moradores.
2- Você pode contar
uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Ajudou a me comunicar com as pessoas de outra forma, sem ignorância e desrespeito e a participar mais das aulas.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Aprendi a  conhecer pessoas novas e através da conversa com o outro aprender mais sobre a vida e o mundo.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Ajudante da comunidade.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O dia do Festival do Meio e o Dia da Discussão Jovem em que apresentamos uma peça de teatro.
6- Conte sobre o dia em
que você deram a oficina de sexualidade?

Eu nao participei.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Eu conheci mais o Cantinho do Céu. Descobri que as crianças não podem brincar na quadra porque jovens usam drogas lá.
8- Descreva qual foi
sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Ajudei a  pensar o projeto, discuti sobre o dia da nossa ação, pensamos os lugares, o caminho.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Rodas de conversas, através de fanzine, jornal mural, reunião.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Eu estava ausente porque precisei trabalhar na floricultura da minha mãe, porém estou voltando e me integrando à campanha.

11- O que você entende por participação na comunidade?

É importante ajudar o próximo e nos ajudar.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Fazer o jornal Mural, construir peça teatral.
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Na escola, na sala de aula em especial, em casa conversando com minha familia e com o pessoal da comunidade.


15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Mutirão
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Grupo de jovens da igreja.
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Não respondeu
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- a forma de agir com meus pais. Hoje eu sou mais calma e compreensiva, antes era muito agitada.
irmãos- Paramos de brigar, antes eu não concordava com o que minha irmã falava, não tinha paciência, agora a gente conversa, é tudo mais calmo.

a
escola

com
os professores- Mudou. Eu agora pergunto quando não entendo o assunto, antes eu não perguntava por que tinha vergonha, agora eu converso mais com eles.
com
os outros colegas- Mudou, fiz mais amizades verdadeiras sem falsidade.
com
o conteúdo das aulas- sim, hoje eu entendo mais.
com
a leitura – mudou muito, hoje eu leio mais  livros de romance e de terror.
com
a escrita- também mudou, antes eu não escrevia nada com nada, agora eu escrevo.
participação
(grêmio, etc)- Estou. O nosso grupo junto com o professor de história estamos pensando o estatuto e como vamos mobilizar o grêmio na escola.

o
bairro

Comunidade- Antes eu via os problemas e não falava nada. Hoje é diferente. Se vejo algo que me incomoda, eu converso com as pessoas, algumas vezes trago para o grupo
as lideranças comunitárias. Conheço e converso.

com você

Auto Estima- Antes eu não tinha vontade de fazer nada, ficava no canto. Hoje converso, brinco.

Pamela Spocratti de Queiroz

“Ah, mudou bastante coisa, pois agora dou minha opinião para tudo. Eu me apresento para saberem que a jovem comunicadora tem atitude e opinião. Aprendi muito nesse meio tempo, muita coisa que nunca pensei em aprender: falar melhor, expressar minha opinião. Muitas experiências vividas e aprendidas. Está sendo muito importante esse período de aprendizagem, é uma coisa muito importante para mim e acredito que para todos. Tudo está melhor, atá minha mãe, graças a Deus, está me apoiando e me dando força para continuar, pois ela está vendo o quanto me esforço e gosto. Ela é mãe, amiga e demais! Minha segunda força”

1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Uma maneira de pensar a comunicação na educação. Usamos várias vias de aprendizagens, dinâmicas, bate- papos e as ferramentas de comunicação.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Respeitar cada um da sala de aula. Antes eu respeitava porque tinha que respeitar e não por que eu entendia o jeito delas.

Depois do curso passei a me colocar nos lugares das pessoas, principalmente dos professores, passei a ter mais cuidado e respeito.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

A comunicação mudou muita coisa na minha vida. Agora eu sei: em todo lugar a minha opinião é bem vinda, isso faz eu me sentir a vontade. As experiências aqui na comunidade e no grupo deixaram isso mais visível: como é importante me comunicar e expressar minhas ideias.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Sou uma via de comunicação para as pessoas e ajudo junto com os moradores nos problemas que precisam.
5- Que momento você  achou mais importante aqui na oficina?

A saída do Ludy porque mesmo distante ele tenta estar de uma maneira ou outra, ajudando e dando força para continuar.
6- Conte sobre o dia em que você deram a oficina de sexualidade?

Foi uma experiência que deu para tirar bastante dúvidas e pensar no que fazemo.

Começamos com uma dinâmica polemizando algumas questões e batendo papo com os colegas.

Seria importante a gente dar continuidade. Isso foi muito importante, os professores gostaram da nossa oficina, os nossos colegas também. Foi divertido, mas conversamos sobre coisas sérias.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Aprendi tudo o que eu não sabia sobre o Cantinho do Céu e a extensão dele. Aprendi  sobre o problema dos esgotos, que são jogados na repressa.

9-
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:
A gente se dividiu em grupos para conhecer os lugares de foco de lixo e escolhemos onde atuar.

Com o comércio buscamos parceria para estruturar o dia. Entrevistei as pessoas e conversei com vários moradores.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Através de debates jovens, oficinas, pequenos projetos dentro da oficina, atuando junto com GA. Produzimos fanzine, jornal mural,f otografias, dando opiniões na escola, fazendo a diferença e puxando um grêmio.


10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Estamos focando no respeito um com o outro e o cuidado. Isso é importante, pois sem respeito não há como construir uma sociedade melhor. Estou participando do grupo acidentes domésticos.
11- O que você entende por participação na comunidade?

Participar de tudo que acontece na comunidade para encontrar soluções para melhorar a comunidade.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

A correr atrás dos meus sonhos.
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Ações comunitárias, sarau e outros que não lembro.

16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Balaio cultural. Fui convidada pelo Tim, que faz parte do Imargem (grupo local de grafiteiros e agitadores culturais) e o grupo de jovens da igreja.

17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Espero que seja um lugar sem problemas. Espero que seja saudável para os moradores e toda população.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- Mudou a relação com minha mãe. Ea passou a acreditar mais em mim e dar mais força para o que faço.
Irmãos- Meus irmãos são pequenos, antes eu não era tão paciente, hoje estou mais calma.

a
escola

com
os professores- Tem professor que acredita na gente e conversa. É bom.
com
os outros colegas-Eu aprendi a conversar com os colegas melhor e a respeitar a opinião de cada um.
com
o conteúdo das aulas- Agora estou mais atenta com que faço na escola.
com a leitura- Estou lendo mais, leio assuntos diversos, noticiário, antes eu lia  pouco.
com
a escrita- Mudou. Meu vocabulário e referências ampliaram.
participação
(grêmio, etc)- Estimulou muito, estou puxando um grupo, montando um estatuto para concorrer ao grêmio.

Eu

Auto estima-Eu mudei. Hoje eu tenho muito ânimo. Tudo o que se refere à comunicação, que me cutuca, eu me mexo para fazer! Hoje me sinto motivada a participar, a dar opinião porque sinto que as pessoas me escutam.

Futuro– eu me vejo um grande mulher, dando aula para crianças, para um grupo enorme, estudando, trabalhando e construindo algo que motive as pessoas.

Eu gosto muito de comunicação. Criei uma paixão muito grande.

Como você defende seus direitos-Todo ser humanos  tem direitos e deveres, eu leio e sei meus direitos.

Comunidade– Antes eu não via a comunidade. Eu ia e vinha para escola, nem percebia a comunidade. Agora eu vejo, percebo e sinto seus problemas. Além de ver, busco uma solução.

Futuro Navegantes– Quero fazer um projeto para mutiplicar o que aprendi com as crianças de 8 as 12 anos aqui no CEU Navegantes. Quero enviar um projeto para o PAC (Programa Aprendiz Comgás). Espero mobilizar mais gente para isso dar certo.

Nona



1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

É uma coisa interessante: educativa e comunicativa. Aprendemos com vídeos, textos, dinâmica e conversa.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Na escrita.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Sem a comunicação a gente não é nada, dependemos da comunicação para tudo.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Reconhecimento.
5- Que momento você  achou mais importante aqui na oficina?

O Mutirão e o mapeamento.

6- Conte sobre o dia em que vocês deram a oficina de sexualidade?

Foi bem interessante discutir com os colegas por a gente ter a mesma idade. Foi um pouco difícil, mas foi muito especial.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Aprendi a ver a comunidade com outros olhos.

Conheci  a Igreja, centro espírita. Vi como tem  pessoas que se interessam pela comunidade e cuidam dela.

Descobri os problemas de saneamento básico muito precário.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:
Ajudei a divulgar, fiz textos, fanzine, mobilizei a comunidade.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Com a escola:  boca- a-boca e jornal mural

Com a Comunidade: fanzine e carro de som
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Estamos fazendo a campanha para trabalhar a relação do cuidado…é importante pensar e construir uma relação melhor com o mundo.

Cuidado com o “eu”

Cuidado com “outro”

Cuidado com a comunidade e o Mundo
11- O que você entende por participação na comunidade?

Eu entendo que a gente tem que participar de muitas coisas que fazem parte da nossa vida.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Enquadramento de câmera e mexer com coisas tecnológicas.


14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Na escola, na Discussão Jovem, no dia-a- dia com os colegas eu sempre converso sobre o que fazemos na oficina.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Aniversário do CEU, Expo Fusca e outros eventos que não lembro.
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Grêmio e o conselho escolar
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Um lugar sem as droga, sem a violência.

Eu acho que o Navegantes pode contribuir fazendo um trabalho de sensibilização com a galera.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- Mudou a comunicação, a forma de me expressar.
irmãos-

a
escola

com os professores-  Agora sou reconhecida pelo meu trabalho no grupo, na escola e na comunidade.
com os outros colegas- Passei a ser mais respeitada e procurada para conversar.
com
o conteúdo das aulas- Passei a prestar mais atenção, a ser mais atenta.
com
a leitura- Sim, eu presto muito mais atenção à pontuação, meu vocabulário melhorou
com
a escrita- acho que deixei de fazer alguns erros.
participação
(grêmio, etc)- O grêmio é uma coisa que estamos organizando e pensando.

o
bairro

as lideranças comunitárias- Eu comecei a conhecer a conversar com as pessoas que realmente  estão atuando na comunidade. Isso foi importante.

com você
com seu futuro – Eu sempre tive a idéia de trabalhar na área de comunicação. Com a oportunidade que tive no Navegantes da Noticia agora quero fazer uma faculdade de jornalismo.

Navegantes Futuro– Precisamos muito mobilizar para continuar a caminhar.
com  você defende seus direitos- Eu começo com uma conversa. Se não der certo, a gente vai para parte mais judicial e política da história.
confiança/
auto- estima- Fiquei mais confiante, acredito mais em mim.

a
mídia

interesse por notícias e outras informações-

Melhorei minha interpretação. Fico muito mais atenta para as propagandas enganosas.  Eu converso muito com minha família sobre as programaçõesda televisão.
usar ferramentas como foto, vídeo, internet- mudou, acho que não era muito boa nisso, e acabei melhorando.

Juliana Araujo

“Minha timidez sumiu, hoje consigo me expressar melhor, não tenho medo de falar o que penso. Na escola mudou tudo para o melhor.”

1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

É pensar a comunicação com um olhar mais atento. Eu aprendi fazendo leitura de textos, assistindo vídeos, analisando fotografias, fazendo entrevistas, textos,  dinâmicas…
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Ajudaram na aula de Português. Estou escrevendo melhor. Na hora de apresentar trabalhos sou mais criativa. Uma vez fiz até um teatro. Foi bem divertido e todos participaram. Na escola não é assim. Na hora de fazer trabalhos nem sempre todos participam.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

É importante para o trabalho e para vida.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Como ajudante, ajudando com ações, conversando com moradores para saber os problemas e para buscar melhorar.
5- Que momento você  achou mais importante aqui na oficina?

O mapeamento porque a gente conheceu melhor a nossa comunidade. A partir daí foi possível pensar ações na comunidade.
6- Conte sobre o dia em que vocês deram a oficina de sexualidade

No começo foi bem difícil. Depois, nas próximas oficinas, ficamos mais atentos, os colegas gostaram, mas precisamos melhorar o jeito de fazer para uma próxima.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Conheci mais sobre os problemas. Além de detectar os problemas, buscamos entender porque eles existiam.

Encontramos problemas de saneamento básico precário e alguns problemas com trasporte.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

No começo fiquei com vergonha. Participei dando idéias. Fomos buscar ajuda do Vento em Popa (ONG da região) já que eles haviam realizando um mutirão.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Através das ações que a gente fez: mutirão, mapeamento, conversando, Jornal Mural.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para alertar as pessoas.

Tive pouca participação, mas meu grupo organizou a Discussão Jovem com todos os alunos da 7ª e 8ª série. Apresentamos uma peça teatral sobre pichação.

11- O que você entende por participação na comunidade?

É alertar a comunidade e mostrar que eles podem ter voz, podem mudar. Acho que esse é o nosso papel e essa é minha participação.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Fazer Fanzine.

14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Sala de aula.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

As apresentações culturais do Cantinho do Céu.


16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

GA
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

A questão do lixo e dos asfaltos. A do lixo já estamos fazendo sensibilização.

A do asfalto é preciso sentar , com os moradores para pensar alguma ação para conversar com a prefeitura.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- Consigo falar com eles. Antes eu não conseguia. Isso é importante para mim.
irmãos-a mesma coisas.

a
escola

Eu perdi a timidez, melhorei minhas notas em algumas matérias.
com
os professores- Hoje eu tenho mais afinidade com os professores, me comunico melhor com eles.
com
os outros colegas-Não.
com
o conteúdo das aulas- Sim, melhorou bastante.
com
a leitura- também  melhorou.
com
a escrita- Escrevo bem melhor, hoje eu consigo elaborar textos melhores.
participação (grêmio, etc)- Sim,estou envolvida recentemente com o grêmio, ainda estou me achando dentro do grêmio!

o
bairro

as lideranças comunitárias- hoje eu conheço, converso muito, encontro na rua e ficamos conversando e pensando ações, atividades.

com você
seu futuro – Quero trabalhar  na área de comunicação e quero continuar  no Navegantes para passar para frente o que  aprendi para outras pessoas e não deixar a ação acabar.
com  você defende seus direitos- Conversando!
auto- estima- Agora eu consigo fazer as coisas que eu quero, eu não tenho mais medo, tenho mais confiança em mim.

a
mídia

interesse por notícias e outras informações- Antes eu nem ligava para as informações do mundo, hoje busco ficar por dentro, ler, conversar e entender o que está acontecendo de verdade.
usar ferramentas como foto, vídeo, internet- Eu sempre gostei de mexer nos equipamentos, mas agora melhorou, pois aprendi muito.

Jonathas Carvalho

“Eu vim participar para não ficar na sala e porque vários amigos meus também foram participar do primeiro momento, mas depois, comecei a gostar e estou até hoje no grupo.

Hoje consigo falar com pessoas de nível maior sem me sentir mal, consigo me comunicar com todo mundo, crianças, lideranças comunitárias, quem precisar.

Espero muito que continuemos como o grupo de jornalistas do Cantinho do Céu e que a gente seja mais conhecido pela comunidade.”

1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Aprendi que é comunicação as diversas formas de comunicação, como me comunicar melhor e me relacionar com mundo, através das dinâmicas, conversas, brincadeiras.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

No momento das apresentações dos trabalhos em sala de aula e nas discussões de sala de aula sobre assuntos que a gente conversa no grupo também.
3- Qual é importância da comunicação em sua vida?

Acho que é parte de tudo sem a comunicação a gente não chega a lugar nenhum.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Comunicador do bairro, orientador para ver as dificuldades que o bairro tem, mobilizar, chamar o povo para responsa e tentar mudar junto com os moradores.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

Até agora foi o mutirão.
6- Conte sobre o dia em que você s deram a oficina de sexualidade?

Foi boa, teve alguns probleminhas, mas conseguimos passar o que a gente sabe. A turma entendeu o que a gente passou. A gente viu como é difícil pensar uma forma de passar o que a gente sabe. Mas valeu!


7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

É muito difícil ver todos os problemas que a comunidade tem, depois  decidir as prioridade, pois são muitas, tudo é prioridade nem a gente nem os moradores sabemos o que é mais urgente.

Conheci a turma do Imargem.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:
Minha participação foi mobilizar as pessoas e organizações do bairro, conversamos com pessoas do Vento em Popa que já haviam feito mutirão para aprender e trocar conhecimento e fazer o nosso. A minha experiência foi bem legal, pois conversei com várias pessoas que já haviam organizando mutirão antes no Gaivotas, isso foi muito importante para termos cuidados básicos para o dia da nossa ação. Também fiquei responsável pelo diálogo no posto de saúde, onde informei a todos os agentes de saúde, expliquei sobre nossa ação para que quando eles fossem nas casa, eles divulgassem também. Eles foram super parceiros nossos.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Boca boca, fanzine, jornal mural, blog.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Estamos tentando ajudar a resolver os problemas do bairro, que são muitos. Estamos nos dedicando à 6 frentes, na escola e na comunidade. Estamos conversando muito… é difícil pensar um forma de envolver as pessoas, os nossos colegas, não é fácil.

Todo mundo acha legal, mas na hora de colocar a mão na massa, são poucos que chegam. O meu Grupo é “Relação Funcionarios e Estudantes, um cultura de Paz”. Tenho conversando com tia da limpeza, com a Mônica da Gestão, com os colegas. Todos falam que a relação não é tão respeitosa, mas na hora que pergunto o que poderíamos fazer, todo mundo fala deixar para lá ou não sei…estamos tentando encontrar ainda como fazer isso.

11- O que você entende por participação na comunidade?

É você se sentir parte dela, então você vai querer ajudar…

Não é só morar na comunidade, vai além disso.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Mexer nos equipamentos e conversar com pessoas superiores.
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Na escola, sempre…

Sempre dá para ligar os assunto da escola, os professores sempre perguntam e pedem para a gente falar para sala sobre os assuntos que conversamos no curso, eles sempre gostam da nossa participação.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Muitos, não vou lembrar.
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

GA

Grupo de Dança

Conselho Escolar
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Bastante coisas, a gente está mobilizando para fazer alguma coisa, para amanhã ver o resultado que não só ficou no papel. Se a gente não conseguir fazer agora, quem vai fazer?

Tem que ser o Navegantes mesmo, que tem nele a comunidade a escola e os adolescentes.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Sim,
irmãos

a
escola

sim, estou no conselho Escolar Escolar. Fui convidado.
com
os professores- Eles conversam mais com a gente e os diretores também.
com
os outros colegas- eu já falava muito com a turma, não teve muita mudança.
com
o conteúdo das aulas- Melhorou porque a gente conversa diversos assuntos no curso
com
a leitura-sim, bastante. Eu não gostava de ler agora me interesso mais em pegar um livro para ler.
com
a escrita-também
participação
(grêmio, etc)- Eu estou envolvido na organização do grêmio, sou diretor do Esporte, junto com Pamela e Iago.

o
bairro

as
lideranças comunitárias- mudou bastante, sempre quando a gente se encontra conversamos sobre a comunidade, antes eu nem conhecia.

com você
com seu futuro – trabalhar bastante, terminar meus estudos
com  você defende seus direitos- falando o que eu penso e respeitando o outro.

confiança/
auto- estima- eu sempre estou buscando coisas novas para mim, conheço mais o meu potencial.

a
mídia

interesse por notícias e outras informações- antes eu odiava ler jornal, hoje eu sempre leio.
usar ferramentas como foto, vídeo, internet- . mudou, antes eu não fazia foto, nem vídeos.

Entrevistas/ depoimentos com adolescentes participantes do projeto Mudando sua Escola, Mudando sua Comunidade, Melhorando o Mundo!

Weslley Silva
1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Eu aprendi um pouco a olhar de forma que questione a informação que a gente recebe. Isso aconteceu quando conversamos sobre textos, programas de televisão e coisas da comunidade e da nossa vida.


2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Eu não conseguia me expressar bem. Agora sim! Sempre fui violento, fui parar até no conselho tutelar porque bati no professor.

Na escrita me ajudou muito, minha letra é feia e erro muito, mas como você (Elis- educadora) sempre falou que escrevo bem, que tenho idéias legais e que eu devia escrever mais sem ligar para os erros… hoje minha professora de português me elogia.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Eu não sei como explicar, mas as pessoas me vêem de uma forma diferente hoje.


4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Um mensageiro da comunidade, o meu papel é informar as pessoas do que acontece por aqui para ajudar a melhorar a comunidade.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O dia em que o Carlos (educador popular da comunidade) fez uma dinâmica para pensar em algo que outra pessoa deveria fazer. No final quem pensou foi quem teve que fazer. Foi bom fazer essa reflexão!

6- Conte sobre o dia em que vocês deram a oficina de sexualidade.

Não lembro muito, não participei desse dia.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Conheci novas ruas, que eu nem sabia que existiam. Conheci artistas da comunidade, o Balaio Cultural e muitos moradores. Os problemas foram muitos, o que chamou atenção foi a sujeira na rua.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Passamos muito tempo organizando o mutirão, pensando como fazer, dividimos as tarefas, nem todos cumpriram, mas acontece. No dia, entrevistei vários moradores e peguei lixo.


9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Jornalzinho, boca-a-boca com os estudantes, exposição de Fotografia e Jornal Mural.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para informar as pessoas sobre como viver melhor. O meu grupo é sobre bullying. Na verdade, ainda não fizemos muita coisa, além de estudar o tema, escrever, entrevistar colegas que sofrem preconceitos e conversar com colegas que são agressivos na escola.
11- O que você entende por participação na comunidade?

É estar junto, lado a lado, atento aos problemas e buscar ajudar sempre que possível com nossas idéias.


13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Conviver com um grupo, em que muita gente é diferente, aprender a respeitar e entender cada um do jeito que cada um é…
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Eu ensinei minha irmã a fazer um fanzine.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Evento do EJA- Educação de Jovens e Adultos

Domingueira

Expo Fusca
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Percursão- Bloco da Comunidade


17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Espero que aqui tenha mais segurança. Navegantes pode contribuir fazendo denúncias, organizando eventos com a comunidade para conversar.
18-Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua família: Minha mãe gosta que eu participe do projeto, pois hoje tenho mais calma e converso.
irmãos: mudou porque antes eu batia na minha irmã, hoje não faço mais isso.

a escola:
com  os professores: Mudou com a professora de português por que ela passou a elogiar meus textos e minhas participações.
com os outros colegas: Eu brigo menos na escola, sou mais calmo.
o conteúdo das aulas- não
com a leitura-sim, mesmo não gostando de ler
com a escrita- 100%


bairro

as lideranças comunitárias- eles me procuram para conversar e me escutam, perguntam o que acho dos problemas da comunidade e pedem propostas de melhoria das comunidades.

com
você

com seu futuro: Não sei o que quero fazer, mas sei que o grupo ajudou a me relacionar melhor com as pessoas, isso pode me ajudar mais no futuro, minha mãe acha que devo fazer Educação Física, mas não sei…
Com você defende seus direitos: Não sei, Ah! Sei que existe o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Deficiente,  mas não gosto de ler, então peço ajuda a quem conhece.
confiança/auto- estima: Eu não acreditava em mim antes, não conseguia imaginar nem com um caderno na mão. Hoje, eu escrevo, converso, participo me sinto capaz.
a
mídia

interesse por notícias e outras informações

Sim, assisto jornal com minha mãe. Ela fica surpresa, até discuto os assuntos que passam.
usar
ferramentas como foto, vídeo, internet

Sim!

Gabriela Mambelli

“O que mudou na minha vida foi que eu tive mais participação e igualdade dentro do meu coração, a minha vida mudou um pouco, passei a ter gosto pela vida e ver ela de um jeito diferente. Tive mais amigos que ajudaram a me mudar.”


1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Educação comunicativa, comunicação educativa! Eu aprendo fazendo jornal mural, fanzine, aprendendo a se comunicar melhor com outras pessoas.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Não lembro.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Meu pai é muito comunicativo. Com ele eu já aprendi muito, mas aqui me ajudou muito a me comunicar, respeitando o jeito de ser das pessoas. Antes havia pessoas com quem eu não me comunicava, agora eu falo.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Acho que o meu papel na comunidade é me comunicar mais, mostrar meu trabalho na comunidade e informar o que nela acontece aos moradores.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O Mutirão de limpeza porque a gente ajudou a comunidade na prática!
6- Conte sobre o dia em que você deram a oficina de sexualidade?
Eu não participei, mas vejo todo mundo falando desse dia, que foi legal e precisávamos fazer mais.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Conheci melhor a comunidade, áreas de lazer, “campinho” e onde alguns colegas meus moravam.

Os problemas: as casas para cair e buracos nas ruas.


8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Nessa época eu era colaboradora, pois estudava no mesmo horário do curso, mas participei do mutirão, organizando a alimentação para o dia e conversei com os moradores sobre a ação.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

O Jornal Mural, Fanzine, andando na rua e batendo nas casas para conversar (fazer boca-a- boca), com carro de som…

10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para ajudar os moradores. Eu participo do grupo Acidentes Domésticos. Já entrevistei uma menina que queimou a perna com óleo de cozinha e estamos preparando um jornalzinho para distribuir na escola e comunidade sobre como evitar acidentes domésticos.
11- O que você entende por participação na comunidade?

Melhorar a comunidade com projetos e muita conversa com os moradores.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Aprendi entrevistar as pessoas sem ficar com vergonha, antes eu não tinha coragem de fazer isso nem me pagando.rsrsrsr
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Quando eu me comunico com as pessoas, em casa, na rua, no colégio.

Afinal,  tenho que falar o que faço aqui, já que é legal.


15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Força Jovem – evento para jovens sobre drogas.


16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

As atividades da Associação de Moradores.
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

O saneamento básico, convidando o presidentes à comunidade, para ir à subprefeitura.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Com a minha família não mudou nada, pois minha família super participa do grupo e das ações que o Navegantes desenvolvem na comunidade.

a
escola

com os professores- Não sei
com os outros colegas- Mais assunto para conversar
com o conteúdo das aulas-eu sempre participei mais, acho!
com a leitura- não gosto de ler
com a escrita- não gosto de escrever
participação (grêmio, etc)- Estimulou muito, estou puxando um grupo, montando um estatuto para concorrer ao grêmio. Tendo que ler, conversar com muita gente para escrever o estatuto e entender essas coisas de grêmio, dá muito trabalho!

O bairro
as lideranças comunitárias- conheço mais pessoas e sou mais conhecida

com você
com seu futuro – Quem sabe uma jornalista!rsrsrsr
com você defende seus direitos- ainda não me apropriei dos meus direitos para defender, mas conheço, não precisei usar ainda, mas já ajudei outros adolescentes e crianças.
confiança/
auto- estima- eu confio e acredito em mim, claro

a
mídia

interesse por notícias e outras informações-

De vez enquanto eu assisto o jornal. Mas antes eu não queria nem saber, hoje já assisto.

Dayara Cordeiro da Silva

“Eu sou a Dayara, mais conhecida como Day. Desde que cheguei no grupo Navegantes da Noticia, eu aprendi a me comunicar melhor com a minha família e com a comunidade, aprendi a expor melhor minha idéias. Quando eu cheguei no grupo eu era muito tímida, mas agora estou bem menos tímida.

Eu também aprendi a mexer muito nos aparelhos de comunicação, como gravador e máquina fotográfica, antes eu sabia pouco, agora eu sei bem mais.

Eu não queria que este grupo acabasse porque eu acredito que este grupo tem futuro. Eu quero que ele continue. Minha família dá o maior apoio para que eu continue participando do grupo.

Tudo o que estou aprendendo hoje eu tenho certeza que vai me ajudar futuramente e profissionalmente. Eu  gosto muito de vir todas as terças e quintas feiras.”
1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

É pensar a comunicação com algo para educar… Acho que é isso! É?

No grupo aprendi a me comunicar melhor e expressar minhas idéias.


2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Escrever, a professora de português elogia e na leitura.
3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

É importante a gente se comunicar para expressar nossas idéias, debater… (pensando) para não receber a informação pronta e tê-la como certinha.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Ajudante da comunidade!
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O mutirão de limpeza da represa.
6- Conte sobre o dia em que você deram a oficina de sexualidade?

Foi legal! O grupo planejou. Tivemos a idéia de fazer nas nossas salas de aula a oficina. No dia não foi como imaginamos, tivemos algumas dificuldades, mas alguns colegas nosso ajudaram e participaram… Acho que poderíamos ter feito mais oficinas em geral, não só de sexualidade, mas de todos os temas que aprendemos aqui no grupo, Ex: Meio Ambiente, Eca, Diversidade, Fanzine, fotografia, jornal Mural.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontraram?

Aprendi a não jogar lixo nas ruas, aprendi a respeitar o espaço do próximo, conheci diversas pessoas que desenvolvem atividades na comunidade. Fiquei surpresa com tanto lixo que encontrei na rua.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Eu mobilizei a comunidade e as lideranças, ajudei a divulgar, ajudei a entrevistar e recolher o lixo, hoje estou responsável pelo grupo de Meio Ambiente, de pensar ações na escola e na comunidade. Já estamos junto com a Gestão e o Sylvio pensando uma ação para o dia 18 de junho.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

A gente se comunica com a escola através do boca boca, fanzine, jornal mural, reuniões.


10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para aprender e sensibilizar as pessoas sobre o tema cuidado, que é um tema importante para todo mundo, pois assim vamos melhorar à comunidade e o contato com o próximo.

Estou responsável pelo grupo de Meio Ambiente, estamos pensando eventos na escola e na comunidade.
11- O que você entende por participação na comunidade?

É ver o que a comunidade precisa, tentar ajudar, melhorar, ver o que falta, ver o que  já tem e melhorar, o que é bom para comunidade…tudo isso!
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Achei muito legal, aprendi a mexer nos equipamentos do curso, máquina fotográfica, filmadora, gravador…

Aprendi sobre os direitos da criança e do adolescente e como os direitos ajudam a pensar também nossas ações e ajudar mais na comunidade.
14- Em que momentos(sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Conversei com muitos colegas, na escola e na comunidade sobre os temas de meio ambiente, grafitte e pichação.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Momentos Culturais na comunidade

Aniversário do CEU

O Grupo de Teatro
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

O saneamento básico. Não sei se o grupo tem como ajudar denunciando, fazendo  abaixo assinado, participando dos fóruns junto com GA (da Plataforma dos Centros Urbanos).
18-Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

pais- Mudou, eu converso mais com minha mãe, falo com ela o que acho que está certo e o que acho que não está certo ou alguma coisa que eu quero para mim ou para os meus irmãos. A conversa acontece com respeito mesmo quando a gente discorda. Antes a gente conversava pouco. Antes eu concordava com ela, mesmo quando eu não achava que estava certo.
irmãos- Um pouco, o meu jeito de me relacionar, antes eu era muito mandona, por isso brigava muito. Hoje a gente conversa e pensa juntos como fazer as coisas, então é bem mais fácil.

a  escola
com
os professores –  Nada

com os outros colegas- Mudou. Eu falo todas minhas idéias com meus colegas.  Nossos trabalhos da escola têm sido mais criativos, animados e dinâmicos.
com o conteúdo das aulas – Eu participo mais.
com a leitura- Mudou. Acho que estou melhor.
com a escrita-Melhor também, conforme eu melhora minha leitura, minha escrita também melhora.
participação
(grêmio, etc)

Sim, estou envolvida na organização do grêmio, pensando conjuntamente com outros alunos da escola e com os professores.

o
bairro

as
lideranças comunitárias: Todos me conhecem e me veem como uma pessoa disposta a ajudar o bairro, a comunidade.

com
você

com seu futuro: Eu passei a pensar um pouco mais!

Ai! Eu quero fazer tantas coisas,rsrsrs. Quero ajudar o lugar onde eu vou morar e viver, isso para mim é importante.

como você defende seus direitos: Buscando informação, conversando com as pessoas.
confiança/
auto- estima: Mudou. Antes eu era muito parada, tímida, hoje sou agitada, converso com todo mundo, todo mundo me conhece, conheci muita gente depois.

a mídia
interesse
por notícias e outras informações:

Mudou. Passei assistir e a ler mais jornal, buscar as informações
usar ferramentas como foto, vídeo, internet. Eu aprendi bastante.

Bianca Merces


“Bom eu mudei com muita coisa: a maneira de ser

com minhas amigas, minha mãe e muitas pessoas.”

Bom, aprendi muitas coisas diferentes gostei de fazer o teatro com os meus amigos
1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Ah, não sei! Conversando com outras pessoas, saindo para conhecer a comunidade e fazer sensibilização com os moradores.
2- Você pode contar
uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Ajudou a me comunicar com as pessoas de outra forma, sem ignorância e desrespeito e a participar mais das aulas.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Aprendi a  conhecer pessoas novas e através da conversa com o outro aprender mais sobre a vida e o mundo.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Ajudante da comunidade.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

O dia do Festival do Meio e o Dia da Discussão Jovem em que apresentamos uma peça de teatro.
6- Conte sobre o dia em
que você deram a oficina de sexualidade?

Eu nao participei.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Eu conheci mais o Cantinho do Céu. Descobri que as crianças não podem brincar na quadra porque jovens usam drogas lá.
8- Descreva qual foi
sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

Ajudei a  pensar o projeto, discuti sobre o dia da nossa ação, pensamos os lugares, o caminho.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Rodas de conversas, através de fanzine, jornal mural, reunião.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Eu estava ausente porque precisei trabalhar na floricultura da minha mãe, porém estou voltando e me integrando à campanha.

11- O que você entende por participação na comunidade?

É importante ajudar o próximo e nos ajudar.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Fazer o jornal Mural, construir peça teatral.
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Na escola, na sala de aula em especial, em casa conversando com minha familia e com o pessoal da comunidade.


15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Mutirão
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Grupo de jovens da igreja.
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Não respondeu
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- a forma de agir com meus pais. Hoje eu sou mais calma e compreensiva, antes era muito agitada.
irmãos- Paramos de brigar, antes eu não concordava com o que minha irmã falava, não tinha paciência, agora a gente conversa, é tudo mais calmo.

a
escola

com
os professores- Mudou. Eu agora pergunto quando não entendo o assunto, antes eu não perguntava por que tinha vergonha, agora eu converso mais com eles.
com
os outros colegas- Mudou, fiz mais amizades verdadeiras sem falsidade.
com
o conteúdo das aulas- sim, hoje eu entendo mais.
com
a leitura – mudou muito, hoje eu leio mais  livros de romance e de terror.
com
a escrita- também mudou, antes eu não escrevia nada com nada, agora eu escrevo.
participação
(grêmio, etc)- Estou. O nosso grupo junto com o professor de história estamos pensando o estatuto e como vamos mobilizar o grêmio na escola.

o
bairro

Comunidade- Antes eu via os problemas e não falava nada. Hoje é diferente. Se vejo algo que me incomoda, eu converso com as pessoas, algumas vezes trago para o grupo
as lideranças comunitárias. Conheço e converso.

com você

Auto Estima- Antes eu não tinha vontade de fazer nada, ficava no canto. Hoje converso, brinco.

Pamela Spocratti de Queiroz

“Ah, mudou bastante coisa, pois agora dou minha opinião para tudo. Eu me apresento para saberem que a jovem comunicadora tem atitude e opinião. Aprendi muito nesse meio tempo, muita coisa que nunca pensei em aprender: falar melhor, expressar minha opinião. Muitas experiências vividas e aprendidas. Está sendo muito importante esse período de aprendizagem, é uma coisa muito importante para mim e acredito que para todos. Tudo está melhor, atá minha mãe, graças a Deus, está me apoiando e me dando força para continuar, pois ela está vendo o quanto me esforço e gosto. Ela é mãe, amiga e demais! Minha segunda força”

1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Uma maneira de pensar a comunicação na educação. Usamos várias vias de aprendizagens, dinâmicas, bate- papos e as ferramentas de comunicação.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Respeitar cada um da sala de aula. Antes eu respeitava porque tinha que respeitar e não por que eu entendia o jeito delas.

Depois do curso passei a me colocar nos lugares das pessoas, principalmente dos professores, passei a ter mais cuidado e respeito.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

A comunicação mudou muita coisa na minha vida. Agora eu sei: em todo lugar a minha opinião é bem vinda, isso faz eu me sentir a vontade. As experiências aqui na comunidade e no grupo deixaram isso mais visível: como é importante me comunicar e expressar minhas ideias.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Sou uma via de comunicação para as pessoas e ajudo junto com os moradores nos problemas que precisam.
5- Que momento você  achou mais importante aqui na oficina?

A saída do Ludy porque mesmo distante ele tenta estar de uma maneira ou outra, ajudando e dando força para continuar.
6- Conte sobre o dia em que você deram a oficina de sexualidade?

Foi uma experiência que deu para tirar bastante dúvidas e pensar no que fazemo.

Começamos com uma dinâmica polemizando algumas questões e batendo papo com os colegas.

Seria importante a gente dar continuidade. Isso foi muito importante, os professores gostaram da nossa oficina, os nossos colegas também. Foi divertido, mas conversamos sobre coisas sérias.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Aprendi tudo o que eu não sabia sobre o Cantinho do Céu e a extensão dele. Aprendi  sobre o problema dos esgotos, que são jogados na repressa.

9-
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:
A gente se dividiu em grupos para conhecer os lugares de foco de lixo e escolhemos onde atuar.

Com o comércio buscamos parceria para estruturar o dia. Entrevistei as pessoas e conversei com vários moradores.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Através de debates jovens, oficinas, pequenos projetos dentro da oficina, atuando junto com GA. Produzimos fanzine, jornal mural,f otografias, dando opiniões na escola, fazendo a diferença e puxando um grêmio.


10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Estamos focando no respeito um com o outro e o cuidado. Isso é importante, pois sem respeito não há como construir uma sociedade melhor. Estou participando do grupo acidentes domésticos.
11- O que você entende por participação na comunidade?

Participar de tudo que acontece na comunidade para encontrar soluções para melhorar a comunidade.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

A correr atrás dos meus sonhos.
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Ações comunitárias, sarau e outros que não lembro.

16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Balaio cultural. Fui convidada pelo Tim, que faz parte do Imargem (grupo local de grafiteiros e agitadores culturais) e o grupo de jovens da igreja.

17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Espero que seja um lugar sem problemas. Espero que seja saudável para os moradores e toda população.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- Mudou a relação com minha mãe. Ea passou a acreditar mais em mim e dar mais força para o que faço.
Irmãos- Meus irmãos são pequenos, antes eu não era tão paciente, hoje estou mais calma.

a
escola

com
os professores- Tem professor que acredita na gente e conversa. É bom.
com
os outros colegas-Eu aprendi a conversar com os colegas melhor e a respeitar a opinião de cada um.
com
o conteúdo das aulas- Agora estou mais atenta com que faço na escola.
com a leitura- Estou lendo mais, leio assuntos diversos, noticiário, antes eu lia  pouco.
com
a escrita- Mudou. Meu vocabulário e referências ampliaram.
participação
(grêmio, etc)- Estimulou muito, estou puxando um grupo, montando um estatuto para concorrer ao grêmio.

Eu

Auto estima-Eu mudei. Hoje eu tenho muito ânimo. Tudo o que se refere à comunicação, que me cutuca, eu me mexo para fazer! Hoje me sinto motivada a participar, a dar opinião porque sinto que as pessoas me escutam.

Futuro– eu me vejo um grande mulher, dando aula para crianças, para um grupo enorme, estudando, trabalhando e construindo algo que motive as pessoas.

Eu gosto muito de comunicação. Criei uma paixão muito grande.

Como você defende seus direitos-Todo ser humanos  tem direitos e deveres, eu leio e sei meus direitos.

Comunidade– Antes eu não via a comunidade. Eu ia e vinha para escola, nem percebia a comunidade. Agora eu vejo, percebo e sinto seus problemas. Além de ver, busco uma solução.

Futuro Navegantes– Quero fazer um projeto para mutiplicar o que aprendi com as crianças de 8 as 12 anos aqui no CEU Navegantes. Quero enviar um projeto para o PAC (Programa Aprendiz Comgás). Espero mobilizar mais gente para isso dar certo.

Nona



1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

É uma coisa interessante: educativa e comunicativa. Aprendemos com vídeos, textos, dinâmica e conversa.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Na escrita.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

Sem a comunicação a gente não é nada, dependemos da comunicação para tudo.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Reconhecimento.
5- Que momento você  achou mais importante aqui na oficina?

O Mutirão e o mapeamento.

6- Conte sobre o dia em que vocês deram a oficina de sexualidade?

Foi bem interessante discutir com os colegas por a gente ter a mesma idade. Foi um pouco difícil, mas foi muito especial.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Aprendi a ver a comunidade com outros olhos.

Conheci  a Igreja, centro espírita. Vi como tem  pessoas que se interessam pela comunidade e cuidam dela.

Descobri os problemas de saneamento básico muito precário.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:
Ajudei a divulgar, fiz textos, fanzine, mobilizei a comunidade.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Com a escola:  boca- a-boca e jornal mural

Com a Comunidade: fanzine e carro de som
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Estamos fazendo a campanha para trabalhar a relação do cuidado…é importante pensar e construir uma relação melhor com o mundo.

Cuidado com o “eu”

Cuidado com “outro”

Cuidado com a comunidade e o Mundo
11- O que você entende por participação na comunidade?

Eu entendo que a gente tem que participar de muitas coisas que fazem parte da nossa vida.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Enquadramento de câmera e mexer com coisas tecnológicas.


14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Na escola, na Discussão Jovem, no dia-a- dia com os colegas eu sempre converso sobre o que fazemos na oficina.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Aniversário do CEU, Expo Fusca e outros eventos que não lembro.
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

Grêmio e o conselho escolar
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Um lugar sem as droga, sem a violência.

Eu acho que o Navegantes pode contribuir fazendo um trabalho de sensibilização com a galera.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- Mudou a comunicação, a forma de me expressar.
irmãos-

a
escola

com os professores-  Agora sou reconhecida pelo meu trabalho no grupo, na escola e na comunidade.
com os outros colegas- Passei a ser mais respeitada e procurada para conversar.
com
o conteúdo das aulas- Passei a prestar mais atenção, a ser mais atenta.
com
a leitura- Sim, eu presto muito mais atenção à pontuação, meu vocabulário melhorou
com
a escrita- acho que deixei de fazer alguns erros.
participação
(grêmio, etc)- O grêmio é uma coisa que estamos organizando e pensando.

o
bairro

as lideranças comunitárias- Eu comecei a conhecer a conversar com as pessoas que realmente  estão atuando na comunidade. Isso foi importante.

com você
com seu futuro – Eu sempre tive a idéia de trabalhar na área de comunicação. Com a oportunidade que tive no Navegantes da Noticia agora quero fazer uma faculdade de jornalismo.

Navegantes Futuro– Precisamos muito mobilizar para continuar a caminhar.
com  você defende seus direitos- Eu começo com uma conversa. Se não der certo, a gente vai para parte mais judicial e política da história.
confiança/
auto- estima- Fiquei mais confiante, acredito mais em mim.

a
mídia

interesse por notícias e outras informações-

Melhorei minha interpretação. Fico muito mais atenta para as propagandas enganosas.  Eu converso muito com minha família sobre as programaçõesda televisão.
usar ferramentas como foto, vídeo, internet- mudou, acho que não era muito boa nisso, e acabei melhorando.

Juliana Araujo

“Minha timidez sumiu, hoje consigo me expressar melhor, não tenho medo de falar o que penso. Na escola mudou tudo para o melhor.”

1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

É pensar a comunicação com um olhar mais atento. Eu aprendi fazendo leitura de textos, assistindo vídeos, analisando fotografias, fazendo entrevistas, textos,  dinâmicas…
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

Ajudaram na aula de Português. Estou escrevendo melhor. Na hora de apresentar trabalhos sou mais criativa. Uma vez fiz até um teatro. Foi bem divertido e todos participaram. Na escola não é assim. Na hora de fazer trabalhos nem sempre todos participam.

3- Qual é a importância da comunicação em sua vida?

É importante para o trabalho e para vida.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Como ajudante, ajudando com ações, conversando com moradores para saber os problemas e para buscar melhorar.
5- Que momento você  achou mais importante aqui na oficina?

O mapeamento porque a gente conheceu melhor a nossa comunidade. A partir daí foi possível pensar ações na comunidade.
6- Conte sobre o dia em que vocês deram a oficina de sexualidade

No começo foi bem difícil. Depois, nas próximas oficinas, ficamos mais atentos, os colegas gostaram, mas precisamos melhorar o jeito de fazer para uma próxima.
7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

Conheci mais sobre os problemas. Além de detectar os problemas, buscamos entender porque eles existiam.

Encontramos problemas de saneamento básico precário e alguns problemas com trasporte.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:

No começo fiquei com vergonha. Participei dando idéias. Fomos buscar ajuda do Vento em Popa (ONG da região) já que eles haviam realizando um mutirão.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Através das ações que a gente fez: mutirão, mapeamento, conversando, Jornal Mural.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Para alertar as pessoas.

Tive pouca participação, mas meu grupo organizou a Discussão Jovem com todos os alunos da 7ª e 8ª série. Apresentamos uma peça teatral sobre pichação.

11- O que você entende por participação na comunidade?

É alertar a comunidade e mostrar que eles podem ter voz, podem mudar. Acho que esse é o nosso papel e essa é minha participação.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Fazer Fanzine.

14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Sala de aula.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

As apresentações culturais do Cantinho do Céu.


16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

GA
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

A questão do lixo e dos asfaltos. A do lixo já estamos fazendo sensibilização.

A do asfalto é preciso sentar , com os moradores para pensar alguma ação para conversar com a prefeitura.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Pais- Consigo falar com eles. Antes eu não conseguia. Isso é importante para mim.
irmãos-a mesma coisas.

a
escola

Eu perdi a timidez, melhorei minhas notas em algumas matérias.
com
os professores- Hoje eu tenho mais afinidade com os professores, me comunico melhor com eles.
com
os outros colegas-Não.
com
o conteúdo das aulas- Sim, melhorou bastante.
com
a leitura- também  melhorou.
com
a escrita- Escrevo bem melhor, hoje eu consigo elaborar textos melhores.
participação (grêmio, etc)- Sim,estou envolvida recentemente com o grêmio, ainda estou me achando dentro do grêmio!

o
bairro

as lideranças comunitárias- hoje eu conheço, converso muito, encontro na rua e ficamos conversando e pensando ações, atividades.

com você
seu futuro – Quero trabalhar  na área de comunicação e quero continuar  no Navegantes para passar para frente o que  aprendi para outras pessoas e não deixar a ação acabar.
com  você defende seus direitos- Conversando!
auto- estima- Agora eu consigo fazer as coisas que eu quero, eu não tenho mais medo, tenho mais confiança em mim.

a
mídia

interesse por notícias e outras informações- Antes eu nem ligava para as informações do mundo, hoje busco ficar por dentro, ler, conversar e entender o que está acontecendo de verdade.
usar ferramentas como foto, vídeo, internet- Eu sempre gostei de mexer nos equipamentos, mas agora melhorou, pois aprendi muito.

Jonathas Carvalho

“Eu vim participar para não ficar na sala e porque vários amigos meus também foram participar do primeiro momento, mas depois, comecei a gostar e estou até hoje no grupo.

Hoje consigo falar com pessoas de nível maior sem me sentir mal, consigo me comunicar com todo mundo, crianças, lideranças comunitárias, quem precisar.

Espero muito que continuemos como o grupo de jornalistas do Cantinho do Céu e que a gente seja mais conhecido pela comunidade.”

1- O que você entende por educomunicação? Como você aprende aqui?

Aprendi que é comunicação as diversas formas de comunicação, como me comunicar melhor e me relacionar com mundo, através das dinâmicas, conversas, brincadeiras.
2- Você pode contar uma situação em que a oficina te ajudou nas aulas da escola?

No momento das apresentações dos trabalhos em sala de aula e nas discussões de sala de aula sobre assuntos que a gente conversa no grupo também.
3- Qual é importância da comunicação em sua vida?

Acho que é parte de tudo sem a comunicação a gente não chega a lugar nenhum.
4- Como você enxerga hoje seu papel na comunidade?

Comunicador do bairro, orientador para ver as dificuldades que o bairro tem, mobilizar, chamar o povo para responsa e tentar mudar junto com os moradores.
5- Que momento você achou mais importante aqui na oficina?

Até agora foi o mutirão.
6- Conte sobre o dia em que você s deram a oficina de sexualidade?

Foi boa, teve alguns probleminhas, mas conseguimos passar o que a gente sabe. A turma entendeu o que a gente passou. A gente viu como é difícil pensar uma forma de passar o que a gente sabe. Mas valeu!


7- O que você aprendeu com o mapeamento da comunidade? Que lugares conheceu? Que problemas encontrou?

É muito difícil ver todos os problemas que a comunidade tem, depois  decidir as prioridade, pois são muitas, tudo é prioridade nem a gente nem os moradores sabemos o que é mais urgente.

Conheci a turma do Imargem.
8- Descreva qual foi sua participação e do seu grupo na organização do mutirão:
Minha participação foi mobilizar as pessoas e organizações do bairro, conversamos com pessoas do Vento em Popa que já haviam feito mutirão para aprender e trocar conhecimento e fazer o nosso. A minha experiência foi bem legal, pois conversei com várias pessoas que já haviam organizando mutirão antes no Gaivotas, isso foi muito importante para termos cuidados básicos para o dia da nossa ação. Também fiquei responsável pelo diálogo no posto de saúde, onde informei a todos os agentes de saúde, expliquei sobre nossa ação para que quando eles fossem nas casa, eles divulgassem também. Eles foram super parceiros nossos.
9- De que forma o Navegantes da Notícia se comunica com a escola e a comunidade? Que produtos vocês fazem?

Boca boca, fanzine, jornal mural, blog.
10- Por que vocês estão fazendo a campanha? Qual é sua participação?

Estamos tentando ajudar a resolver os problemas do bairro, que são muitos. Estamos nos dedicando à 6 frentes, na escola e na comunidade. Estamos conversando muito… é difícil pensar um forma de envolver as pessoas, os nossos colegas, não é fácil.

Todo mundo acha legal, mas na hora de colocar a mão na massa, são poucos que chegam. O meu Grupo é “Relação Funcionarios e Estudantes, um cultura de Paz”. Tenho conversando com tia da limpeza, com a Mônica da Gestão, com os colegas. Todos falam que a relação não é tão respeitosa, mas na hora que pergunto o que poderíamos fazer, todo mundo fala deixar para lá ou não sei…estamos tentando encontrar ainda como fazer isso.

11- O que você entende por participação na comunidade?

É você se sentir parte dela, então você vai querer ajudar…

Não é só morar na comunidade, vai além disso.
13- O que você aprendeu de mais legal no projeto?

Mexer nos equipamentos e conversar com pessoas superiores.
14- Em que momentos (sem ser nas oficinas) você usa os conhecimentos do Navegantes da Notícia?

Na escola, sempre…

Sempre dá para ligar os assunto da escola, os professores sempre perguntam e pedem para a gente falar para sala sobre os assuntos que conversamos no curso, eles sempre gostam da nossa participação.
15- De que eventos da comunidade você fez cobertura?

Muitos, não vou lembrar.
16- Qual atividades da comunidade você começou a participar desde que entrou para o Navegantes?

GA

Grupo de Dança

Conselho Escolar
17- O que você espera ver transformado no lugar onde mora? Como o Navegantes pode contribuir com seu sonho?

Bastante coisas, a gente está mobilizando para fazer alguma coisa, para amanhã ver o resultado que não só ficou no papel. Se a gente não conseguir fazer agora, quem vai fazer?

Tem que ser o Navegantes mesmo, que tem nele a comunidade a escola e os adolescentes.
18- Conte como mudou (caso tenha mudado…) sua relação antes e depois
de entrar no projeto com:

sua
família

Sim,
irmãos

a
escola

sim, estou no conselho Escolar Escolar. Fui convidado.
com
os professores- Eles conversam mais com a gente e os diretores também.
com
os outros colegas- eu já falava muito com a turma, não teve muita mudança.
com
o conteúdo das aulas- Melhorou porque a gente conversa diversos assuntos no curso
com
a leitura-sim, bastante. Eu não gostava de ler agora me interesso mais em pegar um livro para ler.
com
a escrita-também
participação
(grêmio, etc)- Eu estou envolvido na organização do grêmio, sou diretor do Esporte, junto com Pamela e Iago.

o
bairro

as
lideranças comunitárias- mudou bastante, sempre quando a gente se encontra conversamos sobre a comunidade, antes eu nem conhecia.

com você
com seu futuro – trabalhar bastante, terminar meus estudos
com  você defende seus direitos- falando o que eu penso e respeitando o outro.

confiança/
auto- estima- eu sempre estou buscando coisas novas para mim, conheço mais o meu potencial.

a
mídia

interesse por notícias e outras informações- antes eu odiava ler jornal, hoje eu sempre leio.
usar ferramentas como foto, vídeo, internet- . mudou, antes eu não fazia foto, nem vídeos.

Depoimentos -Grajaú

Depoimento dos pais dos estudantes da oficina de Comunicação no Grajaú

“A Juliana era muito calada, tinha muita vergonha, e com ela foi perdendo essa timidez. Ela gosta muito de participar do projeto, e eu acho muito bom, pois ela vai aprendendo novas coisas.”

Cleunice, mãe da jovem Juliana

“O curso foi muito bom para minha filha. Sinto que ela está mais comunicativa e também a ajudou na escolha da profissão, o jornalismo.”

Elizete, mãe da jovem Stephany (Nona)

“Antes achava a Dayara muito cabisbaixa, tímida, meio parada. Com o projeto achei que ela aprendeu a se posicionar, a dar sua opinião e a se defender. Na escola memo, antes provocavam ela, e ela deixava. Hoje em dia vejo que ela sabe dar o basta.”

Jacira, mãe da jovem Dayara